Contratado em maio de 2013 com status de "sensação do futebol uruguaio", o meia Maxi Rodríguez deixará o Grêmio quatro anos depois sem ter confirmado a condição. Aos 26 anos, o jogador foi comunicado que não terá o vínculo renovado – o contrato se encerra em 30 de junho. O atleta teria propostas de clubes do México, da Grécia e do Brasil.
Na época da contratação, Rui Costa, então diretor executivo gremista, afirmou que Maxi chegava para resolver a "única lacuna" que existia no grupo, de um meia armador com as características necessárias para substituir Zé Roberto e Elano quando necessário. Depois de ter assistido a 10 partidas do jogador, o dirigente não poupou elogios ao "enganche", como ele chamou.
– É um "enganche", como dizem uruguaios e argentinos. Um camisa 10 – disse Rui, em maio de 2013.
Revelado pelo Montevideo Wanderers, Maxi custou R$ 4 milhões ao Grêmio, pagos pelo empresário Celso Rigo. Até viveu bons momentos com Renato, em 2013, mas o técnico ainda esperava que ele evoluísse fisicamente para ter sequência como titular.
Pouco mais de um ano depois da chegada, tendo passado ainda pelo comando de Enderson Moreira e Felipão, e sem a tal sequência, Maxi acabou emprestado ao Vasco para a disputa da Série B 2014. Ao todo, jogou 18 partidas e marcou três gols.
Ao retornar ao Grêmio, em dezembro, o uruguaio tinha esperanças de deslanchar. A perspectiva, entretanto, durou pouco. No dia 5 de janeiro de 2015, o meia se antecipou ao anúncio oficial dos clubes e confirmou a um jornal chileno que estava indo jogar na Universidad de Chile por um semestre.
Os chilenos bem que tentaram manter o jogador por mais tempo, mas o Grêmio teria pedido o atacante Gustavo Canales em troca, segundo informações do então técnico da La U, o uruguaio Martín Lasarte. O negócio não evoluiu e o terceiro desembarque de Maxi em Porto Alegre como jogador gremista ocorreu em junho de 2015. Era a chance para ele, enfim, deixar de ser uma promessa.
A permanência na capital gaúcha mais uma vez não durou muito. Foram 11 partidas, sendo nove pelo Brasileirão e duas pela Copa do Brasil. Maxi jogou apenas 217 minutos. Com Roger Machado, foi titular em um jogo e balançou as redes uma única vez.
Sem chances no Grêmio, voltou ao Uruguai em 2016. Desta vez, ficaria por um ano no Peñarol, atrás de uma constância que não encontrara desde que deixara o país. Teve uma boa passagem pelo clube, com gols e titularidade, mas que foi interrompida por uma cirurgia no joelho.
De volta ao clube para cumprir os meses finais de contrato, Maxi chegou a ser cotado para substituir Douglas neste ano, depois da lesão que tirou o camisa 10 de ação. Mas o uruguaio também se machucou: fraturou a mão, parou por um mês e perdeu, outra vez, a oportunidade de se firmar.
O Grêmio ainda tentou envolver o uruguaio em outras negociações. Ao Peñarol, sugeriu enviar Maxi para ter o irmão mais novo, Gastón Rodríguez, centroavante. Estava tudo acertado. O meia, porém, não teria concordado com a troca. Para a La U, a oferta teria sido na negociação que acabou com a contratação de Gata Fernández. Além disso, o Avaí também quis contratar o uruguaio, mas a oferta foi rechaçada pelo jogador.
Com a camisa tricolor, Maxi Rodríguez disputou 55 jogos, a maioria deles ao entrar no segundo tempo, e marcou sete gols. Entre as bolas na rede, destacaram-se lances pelo lado direito, em que cortava para o meio e chutava cruzado. Em sua melhor atuação, em 17 de novembro de 2013, foi chamado por Renato na etapa final e fez os dois gols da vitória por 2 a 1 sobre o Flamengo, em duas pinturas.
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Revelado pelo Montevideo Wanderers, Maxi custou R$ 4 milhões ao Grêmio, pagos pelo empresário Celso Rigo. Até viveu bons momentos com Renato, em 2013, mas o técnico ainda esperava que ele evoluísse fisicamente para ter sequência como titular.
Pouco mais de um ano depois da chegada, tendo passado ainda pelo comando de Enderson Moreira e Felipão, e sem a tal sequência, Maxi acabou emprestado ao Vasco para a disputa da Série B 2014. Ao todo, jogou 18 partidas e marcou três gols.
Ao retornar ao Grêmio, em dezembro, o uruguaio tinha esperanças de deslanchar. A perspectiva, entretanto, durou pouco. No dia 5 de janeiro de 2015, o meia se antecipou ao anúncio oficial dos clubes e confirmou a um jornal chileno que estava indo jogar na Universidad de Chile por um semestre.
Os chilenos bem que tentaram manter o jogador por mais tempo, mas o Grêmio teria pedido o atacante Gustavo Canales em troca, segundo informações do então técnico da La U, o uruguaio Martín Lasarte. O negócio não evoluiu e o terceiro desembarque de Maxi em Porto Alegre como jogador gremista ocorreu em junho de 2015. Era a chance para ele, enfim, deixar de ser uma promessa.
A permanência na capital gaúcha mais uma vez não durou muito. Foram 11 partidas, sendo nove pelo Brasileirão e duas pela Copa do Brasil. Maxi jogou apenas 217 minutos. Com Roger Machado, foi titular em um jogo e balançou as redes uma única vez.
Sem chances no Grêmio, voltou ao Uruguai em 2016. Desta vez, ficaria por um ano no Peñarol, atrás de uma constância que não encontrara desde que deixara o país. Teve uma boa passagem pelo clube, com gols e titularidade, mas que foi interrompida por uma cirurgia no joelho.
De volta ao clube para cumprir os meses finais de contrato, Maxi chegou a ser cotado para substituir Douglas neste ano, depois da lesão que tirou o camisa 10 de ação. Mas o uruguaio também se machucou: fraturou a mão, parou por um mês e perdeu, outra vez, a oportunidade de se firmar.
O Grêmio ainda tentou envolver o uruguaio em outras negociações. Ao Peñarol, sugeriu enviar Maxi para ter o irmão mais novo, Gastón Rodríguez, centroavante. Estava tudo acertado. O meia, porém, não teria concordado com a troca. Para a La U, a oferta teria sido na negociação que acabou com a contratação de Gata Fernández. Além disso, o Avaí também quis contratar o uruguaio, mas a oferta foi rechaçada pelo jogador.
Com a camisa tricolor, Maxi Rodríguez disputou 55 jogos, a maioria deles ao entrar no segundo tempo, e marcou sete gols. Entre as bolas na rede, destacaram-se lances pelo lado direito, em que cortava para o meio e chutava cruzado. Em sua melhor atuação, em 17 de novembro de 2013, foi chamado por Renato na etapa final e fez os dois gols da vitória por 2 a 1 sobre o Flamengo, em duas pinturas.
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Comentários
Comentários (6)
o grêmio que deixe esse salto alto pra trás só gremista mas já vi esse filme começa a ganhar e acha que tá bem ,dispensando goleiro , lateral de qualidade , armador olha depois vai fazer falta, tem e que contratar para reforçar o grupo é não dispensar jogadores ainda não ganhamos nada olha o gauchao que achavam que iriam ganhar.
Sabe jogar, dribla, chuta bem é objetivo dentro de campo. É incompreensível que não seja aproveitado....nunca teve sequência de jogos, mas quando entrou foi bem. Vamos sair perdendo.
não deu certo nem no Vasco da série b e querem no Grêmio
Já é melhor que a maioria dos que jogaram pelo brasileiro time reserva
o Maxi no meu entender e um excelente jogador e não teve uma continuidade de jogos p ara mostrar o seu futebol.
Dele sempre foi queimado.
por exemplo ele entraria correndo nesse time perna de pau que o Renato escalou contra o esporte Recife.
Falto espaço para ele, nao tinha oportunidade de jogar, em vez de usarem o cara, emprestavam ele ....
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