Recuperado de lesão muscular, Maicon oferece ao mesmo tempo a Renato Portaluppi uma solução e um problema.
A solução fica por conta de sua elogiada saída de bola, passes precisos e reconhecida liderança dentro de campo. O problema, além da rejeição de parte da torcida, é forçar o técnico a retirar um dos volantes para acomodá-lo entre os 11 titulares.
O jogo contra o Fluminense, nesta quinta (15) no Maracanã, é mais uma parte dessa equação.
Michel e Arthur têm formado uma eficiente parceria desde a vitória por 2 a 0 contra o Botafogo, dia 4 de maio, na primeira rodada do Brasileirão. Enquanto Maicon se tratava, os dois participaram com destaque das oito vitórias obtidas em sequência pela equipe titular.
Na última, contra o Bahia, jogo que marcou o retorno de Maicon, Arthur atuou mais à frente, como armador. A vitória, obtida a muito custo, deixou claro que a mecânica do time foi afetada com a modificação. Foi o que desencadeou o debate tricolor nas redes sociais.
Aos olhos de boa parcela dos torcedores, Renato deveria manter Michel e Arthur como titulares, independentemente da volta do capitão. Esses entendem que, na ausência de Lucas Barrios, por lesão, a solução mais simples e produtiva seria dar chance ao atacante Everton.
Como o último treino foi fechado, a escalação só será conhecida a minutos do jogo. Em princípio, o prestígio de capitão serve como passaporte para que Maicon seja um dos 11 escalados.
— Temos um treinador que é muito bem pago e ele é quem vai decidir quem colocar dentro de campo. Vou fazer meu trabalho como sempre fiz. Todos sabem que venho de um primeiro semestre difícil, com algumas lesões e tento agora recuperar minha confiança e ritmo de jogo — diz o volante, que jogou 10 das 32 partidas do Grêmio na temporada.
Para Arthur, o time não perde capacidade ofensiva com três volantes. Quatro, se for incluído Ramiro, que tem atuado mais adiantado desde a chegada de Renato na função antes desempenhada por Giuliano. Para ele, tudo é uma questão de saber executar outra função além de marcar.
— Com os jogadores do Grêmio têm qualidade, conseguem fazer esse papel também. No último jogo, atuei um pouco mais adiantado e tivemos chegada à frente. Os três volantes não ficaram lá atrás, só defendendo. Ele (Renato) me deu liberdade de sair um pouco mais e atacar _ observa Arthur.
Com 22 jogos no ano, Michel, trazido do Atlético-GO para ser o substituto de Walace, vendido ao Hamburgo-ALE pouco depois de sua chegada, custou a se firmar. Foi preciso perder os três quilos a mais de peso para receber as primeiras oportunidades e não sair mais do time. Mas ainda se diz convicto de que precisa evoluir.
— Eu tenho que buscar mais. Se eu parar por aqui, estou morto
Parceiro de Dinho no histórico time campão da Libertadores de 1995 e Brasileiro de 1996, Luiz Carlos Goiano vê características semelhantes entre Maicon e Arthur. Ambos, em sua avaliação, não têm na marcação o ponto forte, o que compensam com passes e movimentação.
— Gosto dos três. Maicon é experiente, soma muito para o time. Arthur é formiguinha, joga curto, mas aparece a toda hora. Michel tem altura, bom passe, bate bem na bola. É operário, dificilmente fará uma partida ruim — afirma.
O debate, a rigor, apenas se inicia. Na próxima semana, Lucas Barrios, que se recupera de lesão muscular, voltará a realizar trabalhos físicos. Quando estiver outra vez em condições de atuar, um dos atuais volantes, necessariamente, precisará sair do time.
Uma dor de cabeça que Renato não faz questão de antecipar.
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A solução fica por conta de sua elogiada saída de bola, passes precisos e reconhecida liderança dentro de campo. O problema, além da rejeição de parte da torcida, é forçar o técnico a retirar um dos volantes para acomodá-lo entre os 11 titulares.
O jogo contra o Fluminense, nesta quinta (15) no Maracanã, é mais uma parte dessa equação.
Michel e Arthur têm formado uma eficiente parceria desde a vitória por 2 a 0 contra o Botafogo, dia 4 de maio, na primeira rodada do Brasileirão. Enquanto Maicon se tratava, os dois participaram com destaque das oito vitórias obtidas em sequência pela equipe titular.
Na última, contra o Bahia, jogo que marcou o retorno de Maicon, Arthur atuou mais à frente, como armador. A vitória, obtida a muito custo, deixou claro que a mecânica do time foi afetada com a modificação. Foi o que desencadeou o debate tricolor nas redes sociais.
Aos olhos de boa parcela dos torcedores, Renato deveria manter Michel e Arthur como titulares, independentemente da volta do capitão. Esses entendem que, na ausência de Lucas Barrios, por lesão, a solução mais simples e produtiva seria dar chance ao atacante Everton.
Como o último treino foi fechado, a escalação só será conhecida a minutos do jogo. Em princípio, o prestígio de capitão serve como passaporte para que Maicon seja um dos 11 escalados.
— Temos um treinador que é muito bem pago e ele é quem vai decidir quem colocar dentro de campo. Vou fazer meu trabalho como sempre fiz. Todos sabem que venho de um primeiro semestre difícil, com algumas lesões e tento agora recuperar minha confiança e ritmo de jogo — diz o volante, que jogou 10 das 32 partidas do Grêmio na temporada.
Para Arthur, o time não perde capacidade ofensiva com três volantes. Quatro, se for incluído Ramiro, que tem atuado mais adiantado desde a chegada de Renato na função antes desempenhada por Giuliano. Para ele, tudo é uma questão de saber executar outra função além de marcar.
— Com os jogadores do Grêmio têm qualidade, conseguem fazer esse papel também. No último jogo, atuei um pouco mais adiantado e tivemos chegada à frente. Os três volantes não ficaram lá atrás, só defendendo. Ele (Renato) me deu liberdade de sair um pouco mais e atacar _ observa Arthur.
Com 22 jogos no ano, Michel, trazido do Atlético-GO para ser o substituto de Walace, vendido ao Hamburgo-ALE pouco depois de sua chegada, custou a se firmar. Foi preciso perder os três quilos a mais de peso para receber as primeiras oportunidades e não sair mais do time. Mas ainda se diz convicto de que precisa evoluir.
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Parceiro de Dinho no histórico time campão da Libertadores de 1995 e Brasileiro de 1996, Luiz Carlos Goiano vê características semelhantes entre Maicon e Arthur. Ambos, em sua avaliação, não têm na marcação o ponto forte, o que compensam com passes e movimentação.
— Gosto dos três. Maicon é experiente, soma muito para o time. Arthur é formiguinha, joga curto, mas aparece a toda hora. Michel tem altura, bom passe, bate bem na bola. É operário, dificilmente fará uma partida ruim — afirma.
O debate, a rigor, apenas se inicia. Na próxima semana, Lucas Barrios, que se recupera de lesão muscular, voltará a realizar trabalhos físicos. Quando estiver outra vez em condições de atuar, um dos atuais volantes, necessariamente, precisará sair do time.
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Comentários
Comentários (1)
em time q ta ganhando nao se mexe assim ja dizia meu avô
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