De pé: Eurico, Vítor Hugo, Corbo, Oberdan, Ladinho e Cassiá; Agachados: Tarciso, Tadeu Ricci, André Catimba, Iúra e Éder / Agência RBS / Agencia RBS
Comandado por Telê Santana e sob a presidência de Hélio Dourado, o Grêmio se preparou para ser campeão. Depois de 33 jogos e três turnos, a vitória por 1 a 0 no clássico Gre-Nal do Olímpico foi suficiente para comemorar o título. Nem mesmo o pênalti desperdiçado por Tarciso aos 25 minutos de jogo abalou o time dentro de campo.
Superior ao adversário e com o apoio do torcedor que lotou o estádio, o Grêmio seguiu pressionando até marcar. O baiano André Catimba, aos 42 minutos do primeiro tempo, fez o gol da vitória e da consagração. Na comemoração, o salto mortal mal sucedido também entrou para história daquele 25 de setembro. André sentiu uma lesão no meio do salto e teve que deixar o gramado para entrada de Alcindo.
Agência RBS / Agencia RBS
O Inter buscou o empate na etapa final com intuito de levar a decisão para outra partida, mas o Grêmio soube segurar a pressão. Ansiosa para comemorar o título depois de oito anos, a torcida gremista invadiu o gramado antes do término fazendo com que o adversário deixasse o estádio alegando falta de segurança. O árbitro da partida, Luís Torres, aguardou o retorno do Internacional durante 30 minutos e acabou dando o jogo por encerrado. A partida entrou para a história do Grêmio.
Conheça as história dos personagens da conquista:
André, o herói
André Catimba foi o grande personagem da final. O salto da comemoração do centroavante entrou para a história do futebol.
Armênio Abascal Meireles / Agencia RBS
Oberdan, o líder
Oberdan, em sua chegada a Porto Alegre, mostrou a virtude de um capitão. Anunciou que anularia Escurinho, personagem principal do rival. O zagueiro ergueu a taça da conquista, encerrando o período de oito anos de domínio vermelho.
Armênio Abascal Meireles / Agencia RBS
Nelson Olmedo, o organizador
Escolhido pelo presidente Hélio Dourado para comandar o departamento de futebol, Nelson Olmedo ganhou projeção no clube ao assumir o posto deixado por Fábio Koff.
Reprodução / Ver Descrição
Tarciso, o persistente
Por quatro anos, Tarciso viu o rival conquistar o Gauchão. O veloz atacante, um dos mais importantes atacantes da história do clube, mal conseguiu comemorar quando chegar a sua vez de dar a volta olímpica.
Agencia RBS / Agencia RBS
Tadeu Ricci, o cérebro
O Grêmio foi buscar no Flamengo de Zico o toque de qualidade para o seu meio de campo. Tadeu Ricci, que não teria espaço no clube carioca, veio para Porto Alegre para comandar o time de Têle Santana ao título do Gauchão.
Armênio Abascal Meireles / Agencia RBS
Telê Santana, o professor
Um dos maiores técnicos brasileiros de todos os tempos deixou sua marca também no Rio Grande do Sul. Telê foi o técnico do título gaúcho do Grêmio de 1977 graças ao novo estilo de comando trazido para o vestiário gremista.
Armênio Abascal Meireles / Agencia RBS
Luiz Torres, o árbitro
Figura muito respeitada no futebol, Luiz Torres conduziu a final do Gauchão sem maiores problemas. Mas com a ânsia da torcida em comemorar o título, acabou vítima da grande confusão que tomou conta do gramado do estádio Olímpico.
Armênio Abascal Meireles / Agencia RBS
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Superior ao adversário e com o apoio do torcedor que lotou o estádio, o Grêmio seguiu pressionando até marcar. O baiano André Catimba, aos 42 minutos do primeiro tempo, fez o gol da vitória e da consagração. Na comemoração, o salto mortal mal sucedido também entrou para história daquele 25 de setembro. André sentiu uma lesão no meio do salto e teve que deixar o gramado para entrada de Alcindo.
Agência RBS / Agencia RBSO Inter buscou o empate na etapa final com intuito de levar a decisão para outra partida, mas o Grêmio soube segurar a pressão. Ansiosa para comemorar o título depois de oito anos, a torcida gremista invadiu o gramado antes do término fazendo com que o adversário deixasse o estádio alegando falta de segurança. O árbitro da partida, Luís Torres, aguardou o retorno do Internacional durante 30 minutos e acabou dando o jogo por encerrado. A partida entrou para a história do Grêmio.
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André, o herói
André Catimba foi o grande personagem da final. O salto da comemoração do centroavante entrou para a história do futebol.
Armênio Abascal Meireles / Agencia RBSOberdan, o líder
Oberdan, em sua chegada a Porto Alegre, mostrou a virtude de um capitão. Anunciou que anularia Escurinho, personagem principal do rival. O zagueiro ergueu a taça da conquista, encerrando o período de oito anos de domínio vermelho.
Armênio Abascal Meireles / Agencia RBSNelson Olmedo, o organizador
Escolhido pelo presidente Hélio Dourado para comandar o departamento de futebol, Nelson Olmedo ganhou projeção no clube ao assumir o posto deixado por Fábio Koff.
Reprodução / Ver DescriçãoTarciso, o persistente
Por quatro anos, Tarciso viu o rival conquistar o Gauchão. O veloz atacante, um dos mais importantes atacantes da história do clube, mal conseguiu comemorar quando chegar a sua vez de dar a volta olímpica.
Agencia RBS / Agencia RBSTadeu Ricci, o cérebro
O Grêmio foi buscar no Flamengo de Zico o toque de qualidade para o seu meio de campo. Tadeu Ricci, que não teria espaço no clube carioca, veio para Porto Alegre para comandar o time de Têle Santana ao título do Gauchão.
Armênio Abascal Meireles / Agencia RBSTelê Santana, o professor
Um dos maiores técnicos brasileiros de todos os tempos deixou sua marca também no Rio Grande do Sul. Telê foi o técnico do título gaúcho do Grêmio de 1977 graças ao novo estilo de comando trazido para o vestiário gremista.
Armênio Abascal Meireles / Agencia RBSLuiz Torres, o árbitro
Figura muito respeitada no futebol, Luiz Torres conduziu a final do Gauchão sem maiores problemas. Mas com a ânsia da torcida em comemorar o título, acabou vítima da grande confusão que tomou conta do gramado do estádio Olímpico.
Armênio Abascal Meireles / Agencia RBS
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