Pênalti polêmico foi convertido por Rodrigão. Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia
O lateral-direito Edílson, do Grêmio, creditou a derrota por 1 a 0 para o Bahia, sofrida no último domingo, na Arena Fonte Nova, em Salvador, pela 25.ª rodada do Brasileirão, à atuação da arbitragem, que assinalou um pênalti para o time da casa nos últimos instantes da partida. Na cobrança, o atacante Rodrigão marcou o gol que deu a vitória à equipe baiana.
Edílson explicou que escorregou enquanto corria para cercar o meia Allione dentro da área, mas garantiu que não atingiu o adversário na jogada. Inconformado, o lateral gremista cobrou a adoção de medidas para minimizar os erros de arbitragem no futebol brasileiro, como o recurso do árbitro de vídeo. Mais do que isso, o jogador acusou os árbitros auxiliares que ficam ao lado da meta com o objetivo de ajudar o juiz principal a flagrar lances duvidosos de não possuírem a coragem necessária para assinalar algumas marcações.
"No lance, os dois escorregaram. O mais engraçado de tudo é que houve uma discussão com o Corinthians (no gol feito com a mão pelo atacante Jô contra o Vasco) semana passada a respeito do árbitro ali atrás. Eles não ajudam em nada, se omitem na hora 'H'. Eles pipocam. Acabaram de falar que iam colocar o árbitro de vídeo. Cadê o árbitro de vídeo em uma hora dessas? Também acho que é difícil para o juiz, mas eles são pagos para poder ajudar e não ajudam", desabafou o atleta após a partida em entrevista ao SporTV.
O técnico Renato Gaúcho também desaprovou a decisão do árbitro Luiz Flávio de Oliveira de marcar a penalidade máxima. "Vi o lance no vestiário e não foi. O Edílson escorregou, caiu, mas não tocou no adversário. São coisas que acontecem. Não gosto de falar de arbitragem. O Luiz Flávio, na minha opinião, é um dos melhores árbitros do País. Vocês também puderam ver e na minha (visão) foi longe de ser (pênalti)", ressaltou o comandante, em entrevista coletiva.
No entanto, o treinador entende que a derrota não tira as possibilidades de título do time tricolor gaúcho. Renato entende que a queda de rendimento no Brasileirão - a equipe perdeu os três últimos jogos no Nacional - ocorreu devido ao desgaste provocado pelas competições simultâneas em que o clube está envolvido.
"Dá para continuar na caça ao líder. Sem dúvida alguma. Eu só espero que os árbitros vejam em todos os jogos que não estão vendo em alguns jogos. Enquanto houve chance, vamos brigar. Agora é treinar, ver o que fazemos de errado para corrigir", completou Renato.
O Grêmio terá uma semana para recuperar os jogadores, pois só voltará a campo no próximo domingo, às 16 horas, para enfrentar o Fluminense, em Porto Alegre, pela 26.ª rodada do Brasileiro. O time ocupa a terceira posição na tabela, com 43 pontos, mas agora empatado com o Palmeiras, que fica com a quarta colocação devido aos critérios de desempate da competição.
Pela Copa Libertadores, o próximo compromisso do clube será somente no dia 25 de outubro, quando enfrentará o Barcelona, em Guayaquil, na primeira partida das semifinais do torneio continental. O jogo da volta está marcado para o dia 1.º de novembro, na Arena Grêmio.
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Edílson explicou que escorregou enquanto corria para cercar o meia Allione dentro da área, mas garantiu que não atingiu o adversário na jogada. Inconformado, o lateral gremista cobrou a adoção de medidas para minimizar os erros de arbitragem no futebol brasileiro, como o recurso do árbitro de vídeo. Mais do que isso, o jogador acusou os árbitros auxiliares que ficam ao lado da meta com o objetivo de ajudar o juiz principal a flagrar lances duvidosos de não possuírem a coragem necessária para assinalar algumas marcações.
"No lance, os dois escorregaram. O mais engraçado de tudo é que houve uma discussão com o Corinthians (no gol feito com a mão pelo atacante Jô contra o Vasco) semana passada a respeito do árbitro ali atrás. Eles não ajudam em nada, se omitem na hora 'H'. Eles pipocam. Acabaram de falar que iam colocar o árbitro de vídeo. Cadê o árbitro de vídeo em uma hora dessas? Também acho que é difícil para o juiz, mas eles são pagos para poder ajudar e não ajudam", desabafou o atleta após a partida em entrevista ao SporTV.
O técnico Renato Gaúcho também desaprovou a decisão do árbitro Luiz Flávio de Oliveira de marcar a penalidade máxima. "Vi o lance no vestiário e não foi. O Edílson escorregou, caiu, mas não tocou no adversário. São coisas que acontecem. Não gosto de falar de arbitragem. O Luiz Flávio, na minha opinião, é um dos melhores árbitros do País. Vocês também puderam ver e na minha (visão) foi longe de ser (pênalti)", ressaltou o comandante, em entrevista coletiva.
No entanto, o treinador entende que a derrota não tira as possibilidades de título do time tricolor gaúcho. Renato entende que a queda de rendimento no Brasileirão - a equipe perdeu os três últimos jogos no Nacional - ocorreu devido ao desgaste provocado pelas competições simultâneas em que o clube está envolvido.
"Dá para continuar na caça ao líder. Sem dúvida alguma. Eu só espero que os árbitros vejam em todos os jogos que não estão vendo em alguns jogos. Enquanto houve chance, vamos brigar. Agora é treinar, ver o que fazemos de errado para corrigir", completou Renato.
O Grêmio terá uma semana para recuperar os jogadores, pois só voltará a campo no próximo domingo, às 16 horas, para enfrentar o Fluminense, em Porto Alegre, pela 26.ª rodada do Brasileiro. O time ocupa a terceira posição na tabela, com 43 pontos, mas agora empatado com o Palmeiras, que fica com a quarta colocação devido aos critérios de desempate da competição.
Pela Copa Libertadores, o próximo compromisso do clube será somente no dia 25 de outubro, quando enfrentará o Barcelona, em Guayaquil, na primeira partida das semifinais do torneio continental. O jogo da volta está marcado para o dia 1.º de novembro, na Arena Grêmio.
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