O retorno do goleiro Aranha à Arena Grêmio, em Porto Alegre, menos de um mês após ter se envolvido em toda a polêmica sobre os xingamentos racistas, teve dois lados. O camisa 1 acabou o jogo como um dos melhores em campo, fez três defesas muito difíceis e foi o responsável por anular as melhores chances de gol do Tricolor Gaúcho no empate por 0 a 0 diante do Alvinegro praiano.
Como já havia previsto nos dias que antecederam a partida, o goleiro realmente não sentiu a pressão e ignorou o fato de ser o centro das atenções do confronto com uma atuação plausível.
Por outro lado, como já se esperava, Aranha não foi perdoado pelos torcedores gremistas. Não que as pessoas que estavam nas arquibancadas nesta quinta-feira fossem racistas, mas a eliminação do Grêmio da Copa do Brasil, após julgamento no STJD, consequente das acusações de injúrias raciais que tanto revoltaram o goleiro do Santos pareciam latejar na cabeça dos gremistas presentes no estádio.
O goleiro foi ‘perseguido’ desde que pisou no gramado para aquecer, minutos antes da disputa. Durante o jogo, as vaias sempre aumentavam quando Aranha participava da jogada e principalmente quando recebia atendimento médico, fato que deixou o atleta chateado, mesmo que não tenha influenciado em seu desempenho.
"Para mim, está tudo bem. Sempre procuro respeitar o adversário, a torcida adversária. É triste (o comportamento da torcida do Grêmio), eles (torcedores) parecem que concordam com tudo o que aconteceu (injúrias raciais). Tenho de fazer minha parte. Estou tranquilo, sou profissional. Mas que é triste, é triste", disse o camisa 1 do Peixe, constantemente aplaudido pelos torcedores de outros times depois de toda a polêmica.
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Como já havia previsto nos dias que antecederam a partida, o goleiro realmente não sentiu a pressão e ignorou o fato de ser o centro das atenções do confronto com uma atuação plausível.
Por outro lado, como já se esperava, Aranha não foi perdoado pelos torcedores gremistas. Não que as pessoas que estavam nas arquibancadas nesta quinta-feira fossem racistas, mas a eliminação do Grêmio da Copa do Brasil, após julgamento no STJD, consequente das acusações de injúrias raciais que tanto revoltaram o goleiro do Santos pareciam latejar na cabeça dos gremistas presentes no estádio.
O goleiro foi ‘perseguido’ desde que pisou no gramado para aquecer, minutos antes da disputa. Durante o jogo, as vaias sempre aumentavam quando Aranha participava da jogada e principalmente quando recebia atendimento médico, fato que deixou o atleta chateado, mesmo que não tenha influenciado em seu desempenho.
"Para mim, está tudo bem. Sempre procuro respeitar o adversário, a torcida adversária. É triste (o comportamento da torcida do Grêmio), eles (torcedores) parecem que concordam com tudo o que aconteceu (injúrias raciais). Tenho de fazer minha parte. Estou tranquilo, sou profissional. Mas que é triste, é triste", disse o camisa 1 do Peixe, constantemente aplaudido pelos torcedores de outros times depois de toda a polêmica.
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