O jogo era simplesmente a final do Brasileiro de 1996. O Grêmio enfrentava a Portuguesa e precisa vencer por dois gols de diferença. Como de costume, eu levava meus dois sobrinhos ao jogo. Chegamos ao pátio do Olímpico antes da abertura dos portões com intuito de conseguir um bom lugar nas sociais. A espera pelo início do jogo era uma angústia que teve início ao final do primeiro jogo em São Paulo. O Olímpico estava completamente tomado e o clima de aflição estava no ar naquela tarde.
A tarefa não era fácil, a Portuguesa tinha um time bem armado. O jogo começa e logo no início o Grêmio marca o 1º gol, a festa foi enorme. A tarefa dificílima já se tornava bem possível com um gol logo no começo, mas, com o passar do tempo, o segundo gol não vinha, e a angústia só crescia. Eu olhava para os lados e via meus sobrinhos nervosos, com lágrimas nos olhos. Quando faltavam 15 minutos, meu sobrinho mais novo se vira para mim e diz: Tio, se o Grêmio for campeão, vamos voltar a pé para casa como diz o nosso hino, eu sequer pensei e disse sim, se o Grêmio for campeão vamos a pé. Muito obrigado Aílton (bato, palma pra ti !) por permitir que eu fizesse naquele dia, a caminhada de 7 km mais feliz da minha vida.
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A tarefa não era fácil, a Portuguesa tinha um time bem armado. O jogo começa e logo no início o Grêmio marca o 1º gol, a festa foi enorme. A tarefa dificílima já se tornava bem possível com um gol logo no começo, mas, com o passar do tempo, o segundo gol não vinha, e a angústia só crescia. Eu olhava para os lados e via meus sobrinhos nervosos, com lágrimas nos olhos. Quando faltavam 15 minutos, meu sobrinho mais novo se vira para mim e diz: Tio, se o Grêmio for campeão, vamos voltar a pé para casa como diz o nosso hino, eu sequer pensei e disse sim, se o Grêmio for campeão vamos a pé. Muito obrigado Aílton (bato, palma pra ti !) por permitir que eu fizesse naquele dia, a caminhada de 7 km mais feliz da minha vida.
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