Hoje, vendo meus filhos, posso afirmar que o Olímpico foi um laboratório onde minha genética foi modificada. Os inúmeros jogos onde tive a pele arrepiada, a voz perdida e o coração pulsando fizeram passar aos meus herdeiros, ainda não nascidos naquele tempo, o gene imortal de gremista fanático. Os dois jogos que definitivamente me marcaram no DNA foi Grêmio e São Paulo na final de 1981 e, por incrível que pareça, Grêmio e Bagé na década de 80, quando chovia, era uma noite muito fria e tinha pouco mais de 200 pessoas no Monumental. E eu estava lá. Sempre.
Meu filho repetiu isso entrando em campo com os jogadores com chuva e frio. Despediu-se do Casarão chorando, entrando em campo com os jogadores no último jogo contra o Veranópolis. Quem é gremista sabe que é nestes momentos que se forja a alma castelhana. Obrigado, Olímpico. Estás impregnado no DNA da minha família para sempre.
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Meu filho repetiu isso entrando em campo com os jogadores com chuva e frio. Despediu-se do Casarão chorando, entrando em campo com os jogadores no último jogo contra o Veranópolis. Quem é gremista sabe que é nestes momentos que se forja a alma castelhana. Obrigado, Olímpico. Estás impregnado no DNA da minha família para sempre.
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