Foto: Lucas Uebel/Grêmio
O coração de Lucas Barrios, 33 anos, fica dividido antes de Grêmio e Palmeiras. Com passagem pelos dois clubes, o argentino naturalizado paraguaio reluta, por alguns segundos, em dizer se tem preferência na partida da noite desta quarta-feira, na Arena.
Por fim, rende-se a dois sólidos argumentos para pender pelo time de Renato Portaluppi. A primeira razão é de cunho emocional, embora o centroavante ainda conserve fortes laços com o Palmeiras, cujos jogadores encontrou em abril, na capital argentina, na véspera do jogo contra o Boca Juniors.
— Tenho muito carinho pelo Grêmio. Foi aí que ganhei o título mais importante da minha carreira — rende-se Barrios, por telefone, a GaúchaZH, direto de Buenos Aires, antes de embarcar com a família em férias para os Estados Unidos.
Garantiu outros cinco na Copa do Brasil, da qual foi um dos goleadores. Antes de deixar o Grêmio, no final da temporada, somava 18 gols.
A segunda razão que faz Barrios visualizar maiores chances de uma vitória do Grêmio é de ordem técnica.
— Everton está em grande fase. É o jogador que pode dar o plus ao Grêmio. Pode ser a chave para abrir as portas do Palmeiras — aposta o centroavante. — Fico muito feliz pelo seu momento. No ano passado, sempre o instruía a não desistir, apesar da forte concorrência.
Barrios também vê na torcida do Grêmio, "muito participativa", um importantes diferencial para hoje. Confessa sentir saudades de Porto Alegre e nega qualquer mágoa pela forma com que saiu do clube, logo depois do Mundial nos Emirados Árabes. Mesmo de longe, acompanha o ex-clube.
— O Grêmio encanta não são só pelos resultados. Tem muita posse de bola também. Será um grande jogo. O Palmeiras teve uma grande atuação contra o São Paulo. É preciso ter cuidado com Willian e a velocidade de Dudu — recomenda.
A conversa com Zero Hora avança além de Grêmio e Palmeiras. Questionado sobre o confronto entre Grêmio e Estudiantes-ARG, pelas oitavas de final da Libertadores, em agosto, Lucas Barrios começa por tranquilizar a torcida quanto ao cenário que será encontrado pelo time no jogo de ida. Em nada ele pode ser comparado ao ambiente hostil de 1983, ano da Batalha de La Plata, a histórica semifinal da primeira Libertadores conquistada pelo Grêmio.
— O estádio (Ciudad de La Plata) é muito bom. Oferece total segurança. Joguei lá na Copa América (em 2011, pelo Paraguai) — afirma. O alerta que fica é quanto ao próprio adversário.
— O Estudiantes é um time copeiro. Ganhou Libertadores recentemente. Se prepara diferente nessas horas. Mas o Grêmio sabe que estes jogos são complicados. Não sei se é favorito para o tetra, mas vai brigar pelo título — acredita Barrios, que, pelo Argentinos Juniors, enfrentou o Estudiantes neste ano, pela Superliga Argentina.
VEJA TAMBÉM
- Grêmio se prepara intensamente para decisão do Campeonato Gaúcho
- Enamorado reflete sobre a importância do Gre-Nal e demonstra seu compromisso com o Grêmio
- Após rumores de venda por R 60 milhões, Grêmio revela plano para Arthur Melo
Por fim, rende-se a dois sólidos argumentos para pender pelo time de Renato Portaluppi. A primeira razão é de cunho emocional, embora o centroavante ainda conserve fortes laços com o Palmeiras, cujos jogadores encontrou em abril, na capital argentina, na véspera do jogo contra o Boca Juniors.
— Tenho muito carinho pelo Grêmio. Foi aí que ganhei o título mais importante da minha carreira — rende-se Barrios, por telefone, a GaúchaZH, direto de Buenos Aires, antes de embarcar com a família em férias para os Estados Unidos.
Garantiu outros cinco na Copa do Brasil, da qual foi um dos goleadores. Antes de deixar o Grêmio, no final da temporada, somava 18 gols.
A segunda razão que faz Barrios visualizar maiores chances de uma vitória do Grêmio é de ordem técnica.
— Everton está em grande fase. É o jogador que pode dar o plus ao Grêmio. Pode ser a chave para abrir as portas do Palmeiras — aposta o centroavante. — Fico muito feliz pelo seu momento. No ano passado, sempre o instruía a não desistir, apesar da forte concorrência.
Barrios também vê na torcida do Grêmio, "muito participativa", um importantes diferencial para hoje. Confessa sentir saudades de Porto Alegre e nega qualquer mágoa pela forma com que saiu do clube, logo depois do Mundial nos Emirados Árabes. Mesmo de longe, acompanha o ex-clube.
— O Grêmio encanta não são só pelos resultados. Tem muita posse de bola também. Será um grande jogo. O Palmeiras teve uma grande atuação contra o São Paulo. É preciso ter cuidado com Willian e a velocidade de Dudu — recomenda.
A conversa com Zero Hora avança além de Grêmio e Palmeiras. Questionado sobre o confronto entre Grêmio e Estudiantes-ARG, pelas oitavas de final da Libertadores, em agosto, Lucas Barrios começa por tranquilizar a torcida quanto ao cenário que será encontrado pelo time no jogo de ida. Em nada ele pode ser comparado ao ambiente hostil de 1983, ano da Batalha de La Plata, a histórica semifinal da primeira Libertadores conquistada pelo Grêmio.
— O estádio (Ciudad de La Plata) é muito bom. Oferece total segurança. Joguei lá na Copa América (em 2011, pelo Paraguai) — afirma. O alerta que fica é quanto ao próprio adversário.
— O Estudiantes é um time copeiro. Ganhou Libertadores recentemente. Se prepara diferente nessas horas. Mas o Grêmio sabe que estes jogos são complicados. Não sei se é favorito para o tetra, mas vai brigar pelo título — acredita Barrios, que, pelo Argentinos Juniors, enfrentou o Estudiantes neste ano, pela Superliga Argentina.
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