Foto: Omar Freitas / Agencia RBS
Apontada como a redenção financeira do clube, a compra da gestão da Arena não renderá lucros ao Grêmio antes de um ano. Pelo contrato, que ainda não foi redigido, a futura diretoria espera duplicar o rendimento do quadro social, além de assegurar a renda das bilheterias.
Até que a Arena gere o faturamento esperado, o desafio será equilibrar despesa e receita. Quinta-feira, uma realidade sombria será apresentada aos conselheiros na reunião em que serão expostos os demonstrativos contábeis e financeiros do terceiro trimestre. A previsão é de um elevado déficit.
A falta de receita extraordinária comprometeu o orçamento do segundo semestre. Diferentemente do primeiro, quando negociou Alex Telles e Wendell e vendeu parte dos direitos de Bressan e Ramiro ao empresário Giuliano Bertolucci, o Grêmio nada faturou no mercado.
Com isso, o clube tem sofrido para manter os salários em dia. Como em temporadas anteriores, recorre-se ao adiantamento da receita da televisão. Cartas de crédito da Rede Globo servem como garantia para obter empréstimos juntos a bancos, entre eles Safra e BCV. O problema são as elevadas taxas de juros, que comprometem o orçamento.
Como qualquer clube brasileiro, o Grêmio tem na venda de jogadores a solução mais rápida para quitar dívidas. Nesse caso, a investida dos empresários na janela de janeiro poderá ser a saída para enfrentar as primeiras despesas de 2015. Resta saber quem sairá.
— Não há milagre. A venda de jogadores ainda é a solução mais viável — reconhece o presidente eleito Romildo Bolzan Júnior.
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Apontada como a redenção financeira do clube, a compra da gestão da Arena não renderá lucros ao Grêmio antes de um ano. Pelo contrato, que ainda não foi redigido, a futura diretoria espera duplicar o rendimento do quadro social, além de assegurar a renda das bilheterias.
Até que a Arena gere o faturamento esperado, o desafio será equilibrar despesa e receita. Quinta-feira, uma realidade sombria será apresentada aos conselheiros na reunião em que serão expostos os demonstrativos contábeis e financeiros do terceiro trimestre. A previsão é de um elevado déficit.
A falta de receita extraordinária comprometeu o orçamento do segundo semestre. Diferentemente do primeiro, quando negociou Alex Telles e Wendell e vendeu parte dos direitos de Bressan e Ramiro ao empresário Giuliano Bertolucci, o Grêmio nada faturou no mercado.
Com isso, o clube tem sofrido para manter os salários em dia. Como em temporadas anteriores, recorre-se ao adiantamento da receita da televisão. Cartas de crédito da Rede Globo servem como garantia para obter empréstimos juntos a bancos, entre eles Safra e BCV. O problema são as elevadas taxas de juros, que comprometem o orçamento.
Como qualquer clube brasileiro, o Grêmio tem na venda de jogadores a solução mais rápida para quitar dívidas. Nesse caso, a investida dos empresários na janela de janeiro poderá ser a saída para enfrentar as primeiras despesas de 2015. Resta saber quem sairá.
— Não há milagre. A venda de jogadores ainda é a solução mais viável — reconhece o presidente eleito Romildo Bolzan Júnior.
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