Foto: Diego Guichard/GloboEsporte.com
Um candidato a presidente acaba de ser atacado à faca no país da intolerância e temos um Gre-Nal domingo onde os rivais, muito bem localizados na tabela, disputarão espaço. Neste caldeirão de impaciência e incapacidade de conviver com o diferente, esta coluna se dedica apenas a clamar por civilidade no Beira-Rio.
As pessoas vão de ônibus, de carro, a pé ou seja como for para o mesmo lugar em busca de emoção e diversão. Se todos vestissem vermelho, não haveria jogo por falta de adversário. Se todos vestissem azul, também. Então, não há razão qualquer para confronto, nunca houve, nunca haverá.
As forças de segurança farão sua parte, a imprensa, da qual participa este colunista, recomendará paz no estádio e no entorno, todo roteiro é conhecido, o desfecho é que varia. Talvez nunca tenhamos visto um momento de país tão conflagrado. Vale para a política, vale para todos os pedaços da vida em sociedade.
Então, por repetitivo que seja, voltar ao tema se impõe. O Gre-Nal será disputado palmo a palmo, não duvido que um tanto acima do tom por tudo o que vale, caberá ao árbitro controlá-lo e aos jogadores, ajudar o cara do apito. Times parelhos, treinadores que gostam do futebol bem jogado, mas Gre-Nal, ora, sempre alguém pode derrapar na curva.
Sugiro desfrutarmos o clássico. Todos: jogadores, comissões técnicas, dirigentes, jornalistas e torcedores. Quem tiver que se emocionar, que se emocione. Quem tiver que lidar com análise e raciocínio, que o faça. Quem tiver que apitar, que apite e, principalmente, quem tiver que jogar, que jogue.
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As forças de segurança farão sua parte, a imprensa, da qual participa este colunista, recomendará paz no estádio e no entorno, todo roteiro é conhecido, o desfecho é que varia. Talvez nunca tenhamos visto um momento de país tão conflagrado. Vale para a política, vale para todos os pedaços da vida em sociedade.
Então, por repetitivo que seja, voltar ao tema se impõe. O Gre-Nal será disputado palmo a palmo, não duvido que um tanto acima do tom por tudo o que vale, caberá ao árbitro controlá-lo e aos jogadores, ajudar o cara do apito. Times parelhos, treinadores que gostam do futebol bem jogado, mas Gre-Nal, ora, sempre alguém pode derrapar na curva.
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