O canhoto Douglas, 33 anos em fevereiro, foi o eleito. Chegou com a faixa de articulador estendida no peito. Foi apresentado na Arena como grande contratação, a primeira da nova temporada.
A volta do meia é um erro. O Grêmio não precisava dele.
Douglas é o clássico articulador. Sabe passar, armar e não tem medo da grande área. Mas Douglas é lento, não se movimenta, não tem intensidade e nem sempre está em forma. Suas atuações irregulares assustam qualquer técnico, menos Felipão, que imagina recuperá-lo em Porto Alegre.
Quando o Grêmio fala em articulador eu observo no conceito um atraso secular. O articulador isolado não faz nada, é ilha. Os articuladores do time precisam ser quatro, cinco. Os laterais devem articular, os meias devem criar, os volantes precisam qualificar a bola ofensiva. Sem uma série de articuladores, uma equipe não anda.
Ninguém fala mais em articulador nos países de futebol mais competitivo. Ninguém procura um. Todos querem vários, mas com outra dinâmica. Atletas que possam articular e marcar, passar e ocupar espaços. O jogador precisa ser completo.
Quando noto Douglas em campo, pesando e cansado, lembro do camisa 10 de antigamente. O canhoto que botava o pé em cima da bola, olhava o jogo, pensava e, então, engrenava. Hoje, que bota o pé em cima, perde a bola. Sem intensidade, não há jogo competitivo.
Mesmo na mão de Tite, Douglas decepcionou.
Felipão, como bom católico, sempre acredita em milagres. Douglas no Grêmio é obra dele.
Eu não acredito no futebol e nem no empenho de Douglas.
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Quando noto Douglas em campo, pesando e cansado, lembro do camisa 10 de antigamente. O canhoto que botava o pé em cima da bola, olhava o jogo, pensava e, então, engrenava. Hoje, que bota o pé em cima, perde a bola. Sem intensidade, não há jogo competitivo.
Mesmo na mão de Tite, Douglas decepcionou.
Felipão, como bom católico, sempre acredita em milagres. Douglas no Grêmio é obra dele.
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