A partir do dia 1º de maio de 2015, está proibida a participação de investidores em direitos econômicos de atletas. A decisão foi anunciada pelo Comitê Executivo da Fifa, que se reuniu nesta sexta-feira no Marrocos.
Os contratos assinados antes de 31 de dezembro deste ano terão a validade de sua duração. Os acordos firmados entre 1º de janeiro e 30 de abril de 2015 só poderão ter um ano de duração.
Na prática, a nova regra protege os investimentos já feitos, restringe os acordos feitos entre janeiro e abril e proíbe esse tipo de negócio a partir de maio.
As principais negociações em curso neste período no futebol brasileiro ocorrem com a presença de investidores. O mercado já via com receio as possíveis restrições - motivo pelo qual há menos dinheiro circulando agora do que em outras janelas de transferência.
Mas ninguém esperava uma medida tão dura e com prazo tão apertado quanto esta anunciada hoje pela Fifa. Os clubes brasileiros, espanhois, portugueses e os do leste europeu são os mais afetados pela medida.
A decisão de banir os investidores (que a Fifa chama de "terceiros") já havia sido tomada na última reunião do Comitê Executivo, em setembro. Faltava definir importantes, como a data de início das novas regras e o prazo para que o mercado se adapte.
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