Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS
Todo o gremista, o atento e o desatento, está nas mãos de Felipão, esperança de milhões. Ele é o cartão de visita da direção, minoria que decide. Fosse outro treinador, o termômetro do desencanto encostaria nos 40ºC.
O ano de 2015 promete ser um dos mais quentes da história do Olímpico e da Arena, que a torcida começa a chamar de sua, a direção ainda não e a OAS, menos preocupada, tenta tirar executivos da cadeia na Operação Lava-Jato.
Sem dinheiro, um time não anda bem. Só de promessas da base, uma equipe não se forma. Garoto oferece complemento. Não existem esquadrão de sucesso, capaz de lustrar taças, formados por 60% de meninos.
Toda a esperança está concentrada nas ações da cabeça sessentona de Felipão. Há quem jure que ele possa formar um grupo competitivo com descobertas miraculosas. Recuperar, apoiar e relançar jogadores bons e baratos. Milagre.
O problema gremista não é a solidariedade do fã. Está concentrado nas gestões que se sucedem e que patinam. Nas últimas três temporadas, quatro treinadores comandaram e cada um com seu livro.
Desta vez, um homem sem passado no clube ocupa a cadeira nº 1 da presidência. Foi escolhido por ser um grande negociador. É o que o Grêmio mais precisa. Construir uma ponte com um liso futuro que escapa sem parar.
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