Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Mesmo com a desclassificação do Equador ontem à noite, o futebol do continente americano está em alta. Algumas seleções, inclusive, têm sido surpresas muito positivas. De todas que participam da Copa, talvez a de Honduras fosse a menos recomendada. Das demais, talvez não se esperasse campanhas tão profícuas.
A meu juízo, os maiores exemplos de participação acima do esperado são as seleções da Colômbia e da Costa Rica, na medida em que do Uruguai, da Argentina e do Chile, pela tradição que possuem, a boa campanha era uma expectativa. Deixo de referir neste item a Seleção Brasileira, porque, desde o início, era considerada uma das favoritas.
E a seleção dos Estados Unidos continua, na minha ótica, sendo a incógnita que está demonstrando. Infelizmente, o Brasil vai enfrentar o Chile, que a par de ser um jogo difícil, vai eliminar uma seleção sul-americana. Como tenho gostado muito de assistir a Colômbia e Costa Rica, além dos já tradicionais Argentina e Uruguai, quero lamentar que estas seleções venham a se enfrentar nas fases seguintes.
Craque discreto
Falando em Argentina, mesmo de forma repetitiva, não posso deixar de exaltar mais uma atuação de Lionel Messi. É um supercraque. E ademais, sem ser preconceituoso ou reacionário, penso que Messi tem comportamento de uma impressionante simplicidade e discrição. Ou seja, não tem tatuagem, não joga maquiado, e tem cabelo normal, ao contrário de outros craques que, além do grande futebol, exageram nas caricaturas pessoais.
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Craque discreto
Falando em Argentina, mesmo de forma repetitiva, não posso deixar de exaltar mais uma atuação de Lionel Messi. É um supercraque. E ademais, sem ser preconceituoso ou reacionário, penso que Messi tem comportamento de uma impressionante simplicidade e discrição. Ou seja, não tem tatuagem, não joga maquiado, e tem cabelo normal, ao contrário de outros craques que, além do grande futebol, exageram nas caricaturas pessoais.
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