Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
Aí está o futuro prefeito de Gramado — anuncia o assessor de imprensa do Grêmio João Paulo Fontoura quando Ramiro entra na sala de imprensa do Hotel Serrano para a entrevista coletiva do dia. Nascido em Gramado, há 21 anos, o volante sorri diante da inevitável brincadeira com um dos mais ilustres cidadãos nascidos na cidade.
Mas não há regalias para o futuro prefeito, como tirar um tempo para visitar a família. Como qualquer um dos 33 jogadores que participam da pré-temporada, Ramiro só sai do hotel para as duas sessões diárias de treinamento. De resto, repousa e segue as orientações da equipe de nutrição. Seu único privilégio é poder cruzar com o pai, Gilnei Benetti, que vai diariamente à Vila Olímpica e ao Estádio do Gramadense, os dois locais escolhidos para os trabalhos.
É uma situação diferente, porque estou em casa, mas não estou — sorri o jogador. — Mas é motivo de orgulho. Meus amigos acompanham os treinamentos e ficam felizes por me verem representando a cidade.
Muitos desses amigos o conheceram como um promissor jogador de tênis. Só mais tarde o futebol surgiria em sua vida, primeiro no Juventude, até chegar ao Grêmio e estrear em 2013.
O tema que predomina na entrevista, contudo, é o futebol. E Ramiro assume um discurso de confiança em uma temporada de vitórias, mesmo com a contenção de gastos determinada pela direção.
— A torcida pode confiar, independentemente de o time não ter grandes contratações. Caberá a nós provarmos o valor de cada jogador — discursa.
Um diferencial em relação a 2014, em sua opinião, poderá ser o meia Douglas, um dos três reforços — os outros são os laterais Galhardo e Marcelo Oliveira.
— Um camisa 10 de origem é importante. É ele quem fará a ligação dos volantes e laterais com o ataque. Tem um toque refinado, que dispensa comentários. Nos ajudará bastante — aposta.
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