Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS
O promotor de Justiça José Seabra Mendes Júnior, da Promotoria do Torcedor, recebe na sexta-feira, em Porto Alegre, os principais líderes da Geral. O pedido de encontro é da torcida. A pauta não foi pré-definida.
Mas uma das discussões, com certeza, envolverá A Família, a mais recente e polêmica torcida organizada gremista, já reconhecida pelo clube.
A Família, formado por pessoas ligadas a Cristiano Roballo Brum, o Zóio, morto num acidente de moto, em São Paulo, em março de 2014, é uma dissidência da Geral. Os dois grupos se envolveram em brigas pesadas no Olímpico e na Arena.
Não há diálogo. Só confusão. A Geral não reconhece A Família — A Velha Escola e a Jovem, outras organizadas importantes, também não aceitam.
Com lesão no joelho, Ramiro poderá ser desfalque até o Gre-Nal
Em 2014, A Família — a maioria dos integrantes mora na Região Metropolitana — estendeu uma faixa do lado sul da Arena.
Mas, sem cadastro, não conseguiu se comportar como torcida organizada nos jogos e a identificação foi confiscada pela BM. Seus componentes assistem aos jogos em diferentes pontos da Arena. Agora, A Família deseja espaço fixo, mas as outras torcidas não aceitam a sua presença no setor norte do estádio, local tradicional de todas elas.
A Arena Porto-Alegrense não permite torcidas organizadas fora do setor pré-definido.
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