
Magrão defenderá o Novo Hamburgo no Gauchão em 2015 (Foto: Giovani Junior/ECNH)
Aos 36 anos, Magrão ainda mantém a costumeira vitalidade esbanjada nos gramados do Rio Grande do Sul em seus tempos de Inter, clube que defendeu entre 2007 e 2009. Fora das quatro linhas, porém, Márcio Rodrigues se vê diferente daquele que, aos 30 anos, deixou o Colorado, seis anos atrás, rumo ao Al-Wahda, dos Emirados Árabes Unidos.
As próprias prioridades estão aí para provar. Antes, mirava garantir seu futuro, seduzido pelos petrodólares do mundo árabe, apresentados em uma proposta financeira irrecusável. Agora, só pensa em aproveitar o presente. O volante retorna ao solo gaúcho mais experiente e sentimental para defender o Novo Hamburgo no Gauchão 2015 e, enfim, desfrutar de mais tempo ao lado da família.
Para muitos, a transferência ao clube da Região Metropolitana de Porto Alegre, que sequer figura numa das quatro divisões do Campeonato Brasileiro, pode soar como um atalho rumo ao fim da carreira. Mas não para Magrão. Pelo contrário. Se vê em condições, inclusive, de atuar por pelo menos mais, pelo menos duas temporadas.
Com passagens por clubes de massa como Palmeiras, Corinthians e Inter, onde foi campeão da Copa Sul-Americana, em 2008, o volante freou o assédio de equipes da Série B, após disputar a competição pelo América-MG em 2014, para apostar em um projeto ambicioso. Único capaz de unir satisfação profissional e felicidade pessoal.
O jogador firmou vínculo com o Noia por quatro meses, dotado de motivações para levar o clube o mais longe possível no Campeonato Gaúcho, competição da qual está “louco” para matar as saudades. Mira o título de Campeão do Interior e a vaga na Série D para, assim, negociar uma possível prorrogação no contrato.
Mas mais do que isso, quer se divertir e aproveitar cada momento no novo clube. Até as viagens diárias de pelo menos uma hora em seu carro entre o condomínio onde vive com a esposa Paola e os filhos Eduarda (14) e Márcio (3), na Zona Sul de Porto Alegre, e Novo Hamburgo.
- Eu estou com 36 anos. Então, parei e pensei: “o que eu quero para mim?”. Quando saí do Inter, tinha outras necessidades, tinha que garantir meu futuro. Agora, minha prioridade é a família. Quero curtir muito esses quatro meses. Sei que tem viagem longa, jogo duro, mas quero aproveitar tudo isso e ficar perto da minha família.
Finalmente, vou estar na festa de aniversário do meu filho. E o Novo Hamburgo esta com um projeto de crescer, ser a terceira força do estado. As outras equipes também seriam a terceira força, Aqui, tenho uma condição espetacular de trabalho e vou morar em casa. Tudo isso motiva - revela ao GloboEsporte.com.
O recomeço no Gauchão, torneio que já conquistou em 2008 e 2009, pelo Inter, não deixa de ser um retorno às origens para Magrão. Mesmo natural de São Paulo, se diz gaúcho de coração. Toma chimarrão, faz churrascos aos finais de semana e é, até mesmo, casado com uma gaúcha.
Não à toa, nem precisou de adaptação para surgir como uma das principais da equipe do técnico Roger Machado, povoada por atletas de peso. Além do volante, há Tiago Humberto, Luis Mário, Bolívar e Leandrão, todos com passagens pela dupla Gre-Nal.
- Eu vou tentar ser a referência dentro e fora de campo. Quando você é novo, você acha que é mais esperto, mas eu tenho meus segredos para roubar a bola, ali no meio-campo. Então, o que eu puder, vou passar para os garotos.
Mas o mais importante é a dedicação nos treinamentos. Sendo mais experiente, até mais conhecido, quero puxar a fila. Mostrar o quão importante é a preparação dentro de campo, e o Roger é um cara que se preparou muito para ser treinador. Varia bastante os treinamentos. Isso evita um desgaste maior - ressalta.
Saudades do Inter
Em quase 20 anos de carreira, Magrão trata sua passagem pelo Palmeiras como seu principal momento individual dentro de campo, entre 2000 e 2005, quando se assumiu como protagonista do time e chegou, até mesmo, à seleção brasileira. Não esconde, porém, o carinho pela “melhor equipe” que já integrou, apenas como uma “engrenagem”: o Inter campeão da copa sul-americana em 2008.
O volante vê seu sentimentalismo aflorar ao lembrar do Colorado e se diz tomado de saudades pelo antigo clube - sensação eu já conseguiu amenizar, ao participar do amistoso Lance de Craque, promovido por D’Alessandro.
- Eu estive no jogo do D’Alessandro, em dezembro. Já foi um carinho muito grande. Não consegui nem ir até o carro. O pessoal me cercava. Nem eu imaginava isso - conta.

Magrão comemora gol em passagem vitoriosa pelo Inter (Foto: Alexandre Lops/Internacional)
Por uma ironia, o destino colocou o Inter no caminho da felicidade vivenciada por Magrão no Novo Hamburgo. O jogador já vislumbra o reencontro com a torcida no Beira-Rio. Em sete de fevereiro, às 17h, enfrenta a equipe de Diego Aguirre fora de casa, pela terceira rodada do Gauchão. A pouco mais de duas semanas do reencontro com D’Alessandro, Nilmar e companhia, evita até pensar nos sentimentos que o tomarão durante o confronto. O que dizer, então, de marcar um gol no Colorado?
- Já joguei contra o Inter antes de defender as cores do clube. Voltar ao Beira-Rio depois dessa passagem vai ser um dia diferente. Uma situação nova. É complicado. Não sei nem o que pensar. Se eu marcar, vai ser difícil comemorar. Você envelhece e fica mais emotivo. Se o Edmundo, que é o Edmundo, chorou quando marcou gol contra o Palmeiras, pelo Figueirense, imagina eu, o que vou fazer - pondera.
Volante planeja mais dois anos de carreira

Magrão aproveita último fim de semana de férias ao lado do filho (Foto: Reprodução/Instagram)
Saudosista, sentimental, "paizão"... Apaixonado por futebol. Em meio à preparação para conduzir o Novo Hamburgo o mais longe possível no Gauchão, Magrão também resguarda tempo para planejar o futuro. Seja no Noia ou em outro clube, de preferência próximo a Porto Alegre, pretende seguir a carreira por ao menos mais duas temporadas. Depois? Não pensa em outra coisa além de manter a ligação com o esporte.
- Não vou parar. Tenho pelo menos mais dois anos. Se vier coisa legal… Algumas até já apareceram, mas não faço planos. O Novo Hamburgo está abrindo uma porta, aqui perto de casa, com um projeto legal. Quem sabe jogar a Série D. Depois disso, não sei, mas não vou sair do futebol. Seja como treinador, como dirigente.. Só sei que não consigo ficar fora do futebol. O que me move é o futebol. É estar dentro de campo - almeja.
Dentro de campo, no Estádio do Vale, Magrão inicia seu recomeço no Gauchão no próximo domingo, às 18h, quando seu Novo Hamburgo enfrenta o Aimoré, na estreia da equipe no Campeonato Gaúcho.
. Você envelhece e fica mais emotivo. Se o Edmundo, que é o Edmundo, chorou quando marcou gol contra o Palmeiras, pelo Figueirense, imagina eu, o que vou fazer - pondera.
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As próprias prioridades estão aí para provar. Antes, mirava garantir seu futuro, seduzido pelos petrodólares do mundo árabe, apresentados em uma proposta financeira irrecusável. Agora, só pensa em aproveitar o presente. O volante retorna ao solo gaúcho mais experiente e sentimental para defender o Novo Hamburgo no Gauchão 2015 e, enfim, desfrutar de mais tempo ao lado da família.
Para muitos, a transferência ao clube da Região Metropolitana de Porto Alegre, que sequer figura numa das quatro divisões do Campeonato Brasileiro, pode soar como um atalho rumo ao fim da carreira. Mas não para Magrão. Pelo contrário. Se vê em condições, inclusive, de atuar por pelo menos mais, pelo menos duas temporadas.
Com passagens por clubes de massa como Palmeiras, Corinthians e Inter, onde foi campeão da Copa Sul-Americana, em 2008, o volante freou o assédio de equipes da Série B, após disputar a competição pelo América-MG em 2014, para apostar em um projeto ambicioso. Único capaz de unir satisfação profissional e felicidade pessoal.
O jogador firmou vínculo com o Noia por quatro meses, dotado de motivações para levar o clube o mais longe possível no Campeonato Gaúcho, competição da qual está “louco” para matar as saudades. Mira o título de Campeão do Interior e a vaga na Série D para, assim, negociar uma possível prorrogação no contrato.
Mas mais do que isso, quer se divertir e aproveitar cada momento no novo clube. Até as viagens diárias de pelo menos uma hora em seu carro entre o condomínio onde vive com a esposa Paola e os filhos Eduarda (14) e Márcio (3), na Zona Sul de Porto Alegre, e Novo Hamburgo.
- Eu estou com 36 anos. Então, parei e pensei: “o que eu quero para mim?”. Quando saí do Inter, tinha outras necessidades, tinha que garantir meu futuro. Agora, minha prioridade é a família. Quero curtir muito esses quatro meses. Sei que tem viagem longa, jogo duro, mas quero aproveitar tudo isso e ficar perto da minha família.
Finalmente, vou estar na festa de aniversário do meu filho. E o Novo Hamburgo esta com um projeto de crescer, ser a terceira força do estado. As outras equipes também seriam a terceira força, Aqui, tenho uma condição espetacular de trabalho e vou morar em casa. Tudo isso motiva - revela ao GloboEsporte.com.
O recomeço no Gauchão, torneio que já conquistou em 2008 e 2009, pelo Inter, não deixa de ser um retorno às origens para Magrão. Mesmo natural de São Paulo, se diz gaúcho de coração. Toma chimarrão, faz churrascos aos finais de semana e é, até mesmo, casado com uma gaúcha.
Não à toa, nem precisou de adaptação para surgir como uma das principais da equipe do técnico Roger Machado, povoada por atletas de peso. Além do volante, há Tiago Humberto, Luis Mário, Bolívar e Leandrão, todos com passagens pela dupla Gre-Nal.
- Eu vou tentar ser a referência dentro e fora de campo. Quando você é novo, você acha que é mais esperto, mas eu tenho meus segredos para roubar a bola, ali no meio-campo. Então, o que eu puder, vou passar para os garotos.
Mas o mais importante é a dedicação nos treinamentos. Sendo mais experiente, até mais conhecido, quero puxar a fila. Mostrar o quão importante é a preparação dentro de campo, e o Roger é um cara que se preparou muito para ser treinador. Varia bastante os treinamentos. Isso evita um desgaste maior - ressalta.
Saudades do Inter
Em quase 20 anos de carreira, Magrão trata sua passagem pelo Palmeiras como seu principal momento individual dentro de campo, entre 2000 e 2005, quando se assumiu como protagonista do time e chegou, até mesmo, à seleção brasileira. Não esconde, porém, o carinho pela “melhor equipe” que já integrou, apenas como uma “engrenagem”: o Inter campeão da copa sul-americana em 2008.
O volante vê seu sentimentalismo aflorar ao lembrar do Colorado e se diz tomado de saudades pelo antigo clube - sensação eu já conseguiu amenizar, ao participar do amistoso Lance de Craque, promovido por D’Alessandro.
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Magrão comemora gol em passagem vitoriosa pelo Inter (Foto: Alexandre Lops/Internacional)
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- Já joguei contra o Inter antes de defender as cores do clube. Voltar ao Beira-Rio depois dessa passagem vai ser um dia diferente. Uma situação nova. É complicado. Não sei nem o que pensar. Se eu marcar, vai ser difícil comemorar. Você envelhece e fica mais emotivo. Se o Edmundo, que é o Edmundo, chorou quando marcou gol contra o Palmeiras, pelo Figueirense, imagina eu, o que vou fazer - pondera.
Volante planeja mais dois anos de carreira

Magrão aproveita último fim de semana de férias ao lado do filho (Foto: Reprodução/Instagram)
Saudosista, sentimental, "paizão"... Apaixonado por futebol. Em meio à preparação para conduzir o Novo Hamburgo o mais longe possível no Gauchão, Magrão também resguarda tempo para planejar o futuro. Seja no Noia ou em outro clube, de preferência próximo a Porto Alegre, pretende seguir a carreira por ao menos mais duas temporadas. Depois? Não pensa em outra coisa além de manter a ligação com o esporte.
- Não vou parar. Tenho pelo menos mais dois anos. Se vier coisa legal… Algumas até já apareceram, mas não faço planos. O Novo Hamburgo está abrindo uma porta, aqui perto de casa, com um projeto legal. Quem sabe jogar a Série D. Depois disso, não sei, mas não vou sair do futebol. Seja como treinador, como dirigente.. Só sei que não consigo ficar fora do futebol. O que me move é o futebol. É estar dentro de campo - almeja.
Dentro de campo, no Estádio do Vale, Magrão inicia seu recomeço no Gauchão no próximo domingo, às 18h, quando seu Novo Hamburgo enfrenta o Aimoré, na estreia da equipe no Campeonato Gaúcho.
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