Romildo Bolzan Júnior afirmou que assunto ainda precisa ser aprofundado (Foto: Lucas Rizzatti/GloboEsporte.com)
Ainda é uma ideia embrionária neste início de temporada. Apareceu em uma ou outra conversa de dirigentes, sem tomar encaminhamentos mais certos e formais. Mas o Grêmio iniciou internamente um debate para acabar com a concentração. É um "pensamento alto", como definiu o presidente Romildo Bolzan Júnior. Mas que pode resultar em mais economia para o clube, que passa por uma reestruturação financeira.
Nos últimos dias, o assunto surgiu em uma roda de conversa dos gremistas. Embora não esteja na pauta imediata dos dirigentes que comandam o clube, é algo que pode vir a ser colocado em prática, conforme admite o mandatário gremista. A voz de Felipão, anos de experiência dentro e fora do Brasil, será também pesada para definir tal situação.
- É algo que tem que amadurecer com a comissão. Foi pensado em voz alta por nós. Não conversamos, não tem definição. Não trabalhamos a matéria. É um assunto que não está na pauta, mas poderá estar. É uma possibilidade que temos que aprofundar. Depende também de um acerto entre a comissão técnica e o grupo de jogadores - contou Romildo ao GloboEsporte.com.
A situação também seria importante para as finanças gremistas. Romildo comanda um enxugamento profundo nas contas, principalmente do departamento de futebol e na folha salarial. Outro motivo para iniciar o debate interno é o profissionalismo detectado pelos dirigentes no elenco gremista.
- É a confirmação de um profissionalismo grande existente no grupo e de se adaptar às novas realidades. De um confinamento, de ficar resguardado pré-jogo, se o jogador é profissional não precisa disso. E geraria uma economia ao clube também - admitiu o presidente do Grêmio.
A abolição da concentração não seria novidade no Rio Grande do Sul. Em 2014, o Inter parou de utilizar o expediente antes dos jogos em casa. O Colorado, porém, revogou a medida na fase decisiva do Gauchão e também na reta final do Campeonato Brasileiro.
No Brasil, há mais exemplos. A diretoria do Fluminense tomou esta medida nesta semana. O Botafogo, por conta dos problemas financeiros, também teve essa decisão na temporada passada. O Atlético-MG também foi um clube que liberou os jogadores do confinamento no ano passado. Ainda no tradicional modelo de concentração, o Grêmio visita o Avenida neste domingo, às 17h, pela terceira rodada do Gauchão.
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Ainda é uma ideia embrionária neste início de temporada. Apareceu em uma ou outra conversa de dirigentes, sem tomar encaminhamentos mais certos e formais. Mas o Grêmio iniciou internamente um debate para acabar com a concentração. É um "pensamento alto", como definiu o presidente Romildo Bolzan Júnior. Mas que pode resultar em mais economia para o clube, que passa por uma reestruturação financeira.
Nos últimos dias, o assunto surgiu em uma roda de conversa dos gremistas. Embora não esteja na pauta imediata dos dirigentes que comandam o clube, é algo que pode vir a ser colocado em prática, conforme admite o mandatário gremista. A voz de Felipão, anos de experiência dentro e fora do Brasil, será também pesada para definir tal situação.
- É algo que tem que amadurecer com a comissão. Foi pensado em voz alta por nós. Não conversamos, não tem definição. Não trabalhamos a matéria. É um assunto que não está na pauta, mas poderá estar. É uma possibilidade que temos que aprofundar. Depende também de um acerto entre a comissão técnica e o grupo de jogadores - contou Romildo ao GloboEsporte.com.
A situação também seria importante para as finanças gremistas. Romildo comanda um enxugamento profundo nas contas, principalmente do departamento de futebol e na folha salarial. Outro motivo para iniciar o debate interno é o profissionalismo detectado pelos dirigentes no elenco gremista.
- É a confirmação de um profissionalismo grande existente no grupo e de se adaptar às novas realidades. De um confinamento, de ficar resguardado pré-jogo, se o jogador é profissional não precisa disso. E geraria uma economia ao clube também - admitiu o presidente do Grêmio.
A abolição da concentração não seria novidade no Rio Grande do Sul. Em 2014, o Inter parou de utilizar o expediente antes dos jogos em casa. O Colorado, porém, revogou a medida na fase decisiva do Gauchão e também na reta final do Campeonato Brasileiro.
No Brasil, há mais exemplos. A diretoria do Fluminense tomou esta medida nesta semana. O Botafogo, por conta dos problemas financeiros, também teve essa decisão na temporada passada. O Atlético-MG também foi um clube que liberou os jogadores do confinamento no ano passado. Ainda no tradicional modelo de concentração, o Grêmio visita o Avenida neste domingo, às 17h, pela terceira rodada do Gauchão.
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