O VAR será uma das grandes novidades do Campeonato Brasileiro,que se inicia no próximo sábado. Pela primeira vez, a principal competição do País fará uso do árbitro de vídeo.
E nas 38 rodadas. Porém, após a experiência dos Estaduais, a CBF quer evitar demora excessiva na observação de lances e também garantir uma maior eficiência nas conclusões a respeito de jogadas que demandar subjetividade.
Por isso, é possível que juízes mais experientes, que normalmente estariam no gramado, sejam utilizados como analistas de imagem, principalmente em partidas classificadas como mais complicadas para a arbitragem.
Bom dia. Acabaram nos estaduais, e o VAR operou normalmente , operou o Galo, operou o Vasco, operou o Inter e operou o São Paulo. Preparem Brasileirão começa sábado!
— Luiz Vitor Spuri® (@GuerreiroSpuri1) April 22, 2019
ideia da confederação, ao menos no início da Série A, é não estipular árbitros exclusivos para o VAR, o que dá a possibilidade de em determinada rodada o juiz apitar um jogo e, na outra, ser escalado como observador. O mesmo vale para os assistentes. Para ter um controle maior sobre as escalas, a entidade que comanda o futebol nacional não fará mais sorteio de arbitragem, mas sim uma audiência pública, que também está prevista no Estatuto do Torcedor. Com isso, Leonardo Gaciba, novo comandante da comissão de arbitragem, terá maior liberdade para escolher as equipes que irão trabalhar em cada um dos 380 duelos do Brasileirão.
#ESPNBomDia Imagina o mau uso do VAR no Brasileirão. Não conseguem seguir simples diretrizes!
— Eduardo Tamietto (@eduardotamietto) April 22, 2019
Inicialmente, a CBF queria evitar ao máximo que o árbitro de vídeo fosse acionado ao longo das partidas, justamente para preservar a autonomia do trio (quarteto/quinteto) de campo. Só que a provável indicação de árbitros gabaritados para ficar na sala de controle muda este paradigma, tendo justamente o auxílio rápido a quem está no gramado como premissa básica.
A Fifa indica o tempo máximo de um minuto como ideal para a análise de lances em que o juiz não precise ir até o monitor. Nos Estaduais, esta média variou de três a cinco minutos.
Grêmio, VAR, Brasileirão
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E nas 38 rodadas. Porém, após a experiência dos Estaduais, a CBF quer evitar demora excessiva na observação de lances e também garantir uma maior eficiência nas conclusões a respeito de jogadas que demandar subjetividade.
Por isso, é possível que juízes mais experientes, que normalmente estariam no gramado, sejam utilizados como analistas de imagem, principalmente em partidas classificadas como mais complicadas para a arbitragem.
Bom dia. Acabaram nos estaduais, e o VAR operou normalmente , operou o Galo, operou o Vasco, operou o Inter e operou o São Paulo. Preparem Brasileirão começa sábado!
— Luiz Vitor Spuri® (@GuerreiroSpuri1) April 22, 2019
ideia da confederação, ao menos no início da Série A, é não estipular árbitros exclusivos para o VAR, o que dá a possibilidade de em determinada rodada o juiz apitar um jogo e, na outra, ser escalado como observador. O mesmo vale para os assistentes. Para ter um controle maior sobre as escalas, a entidade que comanda o futebol nacional não fará mais sorteio de arbitragem, mas sim uma audiência pública, que também está prevista no Estatuto do Torcedor. Com isso, Leonardo Gaciba, novo comandante da comissão de arbitragem, terá maior liberdade para escolher as equipes que irão trabalhar em cada um dos 380 duelos do Brasileirão.
#ESPNBomDia Imagina o mau uso do VAR no Brasileirão. Não conseguem seguir simples diretrizes!
— Eduardo Tamietto (@eduardotamietto) April 22, 2019
Inicialmente, a CBF queria evitar ao máximo que o árbitro de vídeo fosse acionado ao longo das partidas, justamente para preservar a autonomia do trio (quarteto/quinteto) de campo. Só que a provável indicação de árbitros gabaritados para ficar na sala de controle muda este paradigma, tendo justamente o auxílio rápido a quem está no gramado como premissa básica.
A Fifa indica o tempo máximo de um minuto como ideal para a análise de lances em que o juiz não precise ir até o monitor. Nos Estaduais, esta média variou de três a cinco minutos.
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