Conforme escrevi na coluna pós-jogo, a primeira etapa do Grêmio contra o Libertad foi de altíssimo nível. Parto do princípio que, se já mostrou sua condição técnica, ninguém desaprende de jogar futebol. E o elenco tricolor já havia demonstrado toda a sua força.
Depois de duas más atuações e dois maus resultados, tenho convicção de que o técnico Renato fez um excelente trabalho de devolver a confiança a seus atletas. Claro, tudo de forma paralela aos treinamentos táticos e físicos. E chegamos num momento em que ressurge uma velha discussão.
Com o trabalho coletivo voltando a ser de qualidade, com demonstração de entrosamento, as individualidades cresceram novamente. Quem retornou primeiro, o coletivo ou o individual? Particularmente, creio que o início de tudo é uma forma consistente de jogar, considerando-se o todo.
Na medida em que o grupo ou o time dentro do campo se reagrupa, cada um exercendo com segurança sua função, sem nenhuma dúvida as individualidades reaparecem.
E até funções que em tese não dependeriam desse coletivo, passam a ser decisivas pela sua atividade dentro do contexto, como no caso do goleiro Paulo Victor.
Os guris
Jean Pyerre é outro exemplo desse crescimento geral. Matheus Henrique já vinha se destacando, mas desta vez foi soberbo. Espero que a tendência seja ainda crescer de produção, porque qualidade pessoal existe de sobra no elenco.
Grêmio, brasileirão
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Na medida em que o grupo ou o time dentro do campo se reagrupa, cada um exercendo com segurança sua função, sem nenhuma dúvida as individualidades reaparecem.
E até funções que em tese não dependeriam desse coletivo, passam a ser decisivas pela sua atividade dentro do contexto, como no caso do goleiro Paulo Victor.
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Jean Pyerre é outro exemplo desse crescimento geral. Matheus Henrique já vinha se destacando, mas desta vez foi soberbo. Espero que a tendência seja ainda crescer de produção, porque qualidade pessoal existe de sobra no elenco.
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