O termo “dar mole” tão utilizado por Renato Portaluppi após a derrota de 5 a 4 para o Fluminense no último domingo foi assunto na entrevista do técnico desta terça-feira. O treinador revelou que conversou com seus jogadores e garantiu que isso não se repetirá no confronto decisivo com a Universidad Católica pela Libertadores nesta quarta.
Renato iniciou a coletiva citando as matérias feitas em razão do termo ter dominado sua coletiva após o jogo contra o Fluminense. O treinador brincou com o assunto, mas também fez elogios ao seu time. Ele defendeu que o Grêmio ainda é o melhor time do Brasil e basta não repetir os erros por falta de atenção e entrega para voltar a obter bons resultados.
“Não sei se vocês vão contar quantas vezes eu vou usar a palavra 'dar mole hoje', mas vamos lá. O ‘dar mole’ é muito fácil de corrigir. Eu comecei a corrigir, conversei hoje por uma hora e meia. A minha equipe nunca foi de dar esse mole. Nos três jogos do Brasileirão que fizemos isso pagamos pelos nossos erros”, disse Renato, que seguiu elogiando o Grêmio.
“O meu grupo deu uma aula de futebol no último domingo. A gente sabe que deu mole, mas isso a gente corrige. Comprar futebol ninguém compra. O meu time é o melhor do Brasil, joga o melhor futebol do País. Tem equipe que joga bom futebol um jogo, dois e deixa de jogar três. A minha equipe joga o melhor futebol há três anos. O que o Grêmio demonstrou nos primeiros 30 minutos contra o Fluminense foi uma aula de futebol. Só não foi o tempo todo porque demos mole. Corrigir um time que dá mole é fácil. Tocar a bola, girar, fazer jogadas e gols de cinema, isso não”, declarou Renato.
A derrota para o Fluminense seguiu sendo assunto. Questionado se não havia cometido erros na partida, Renato Portaluppi respondeu negativamente. E voltou a citar a falta de concentração e entrega que os jogadores mostraram após o 3 a 0.
“A função do treinador é colocar em campo, definir a situação do jogo, a parte tática. Foi definido e feito. Você quer que eu entre em campo? Que troque três ou quatro jogadores? Um para de correr, outro para. Vou fazer quantas trocas? Aí entra o profissionalismo. O jogador não pode parar de correr, parar de competir. Por isso, digo para eles a diferença do jogador brasileiro para o europeu. Eles (europeus) correm os 90 minutos. No momento que o futebol brasileiro tiver essa consciência de correr os 90 minutos, o futebol brasileiro vai ir muito mais para frente”, afirmou. “Na hora que eu errar vou assumir os meus erros. Estava tudo muito bem, tudo muito bom os 3 a 0. Poderia ter saído o quarto, o quinto e o sexto. Essa conversa com eles foi muito boa”, completou.
Apesar das críticas, Renato mostrou confiança no seu time e garantiu que o Grêmio não repetirá diante da Católica os erros do jogo contra o Fluminense. “Nós temos três objetivos até a parada para a Copa América. Classificar na Libertadores é amanhã, não tem outra chance. Temos que nos recuperar no Brasileirão até a parada e classificar na Copa do Brasil. Eles têm três tarefas. Eu confio muito no meu grupo e acredito que isso vai acontecer”, projetou.
Grêmio, Renato , Libertadores
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Renato iniciou a coletiva citando as matérias feitas em razão do termo ter dominado sua coletiva após o jogo contra o Fluminense. O treinador brincou com o assunto, mas também fez elogios ao seu time. Ele defendeu que o Grêmio ainda é o melhor time do Brasil e basta não repetir os erros por falta de atenção e entrega para voltar a obter bons resultados.
“Não sei se vocês vão contar quantas vezes eu vou usar a palavra 'dar mole hoje', mas vamos lá. O ‘dar mole’ é muito fácil de corrigir. Eu comecei a corrigir, conversei hoje por uma hora e meia. A minha equipe nunca foi de dar esse mole. Nos três jogos do Brasileirão que fizemos isso pagamos pelos nossos erros”, disse Renato, que seguiu elogiando o Grêmio.
“O meu grupo deu uma aula de futebol no último domingo. A gente sabe que deu mole, mas isso a gente corrige. Comprar futebol ninguém compra. O meu time é o melhor do Brasil, joga o melhor futebol do País. Tem equipe que joga bom futebol um jogo, dois e deixa de jogar três. A minha equipe joga o melhor futebol há três anos. O que o Grêmio demonstrou nos primeiros 30 minutos contra o Fluminense foi uma aula de futebol. Só não foi o tempo todo porque demos mole. Corrigir um time que dá mole é fácil. Tocar a bola, girar, fazer jogadas e gols de cinema, isso não”, declarou Renato.
A derrota para o Fluminense seguiu sendo assunto. Questionado se não havia cometido erros na partida, Renato Portaluppi respondeu negativamente. E voltou a citar a falta de concentração e entrega que os jogadores mostraram após o 3 a 0.
“A função do treinador é colocar em campo, definir a situação do jogo, a parte tática. Foi definido e feito. Você quer que eu entre em campo? Que troque três ou quatro jogadores? Um para de correr, outro para. Vou fazer quantas trocas? Aí entra o profissionalismo. O jogador não pode parar de correr, parar de competir. Por isso, digo para eles a diferença do jogador brasileiro para o europeu. Eles (europeus) correm os 90 minutos. No momento que o futebol brasileiro tiver essa consciência de correr os 90 minutos, o futebol brasileiro vai ir muito mais para frente”, afirmou. “Na hora que eu errar vou assumir os meus erros. Estava tudo muito bem, tudo muito bom os 3 a 0. Poderia ter saído o quarto, o quinto e o sexto. Essa conversa com eles foi muito boa”, completou.
Apesar das críticas, Renato mostrou confiança no seu time e garantiu que o Grêmio não repetirá diante da Católica os erros do jogo contra o Fluminense. “Nós temos três objetivos até a parada para a Copa América. Classificar na Libertadores é amanhã, não tem outra chance. Temos que nos recuperar no Brasileirão até a parada e classificar na Copa do Brasil. Eles têm três tarefas. Eu confio muito no meu grupo e acredito que isso vai acontecer”, projetou.
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