(Foto: GettyImages)
Durou apenas um dia a mudança de regra feita pela Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol), que na última terça-feira anunciou que a participação na Libertadores e na Copa Sul-Americana a partir de 2020 só seria permitida a clubes que estivessem na elite de seus campeonatos nacionais.
Nesta quarta-feira, a organização informou que, após pressão das associações nacionais dos países sul-americanos, resolveu derrubar o polêmico ítem d das novas Condições de Elegibilidade de Clubes.
Dessa forma, times que estejam na Série B (ou até mesmo divisões inferiores) terão autorização para disputar os torneios continentais.
As regras de elegibilidade atualizadas são as seguintes:
a) Ter se classificado para a competição por mérito esportivo
b) Não estão cumprindo uma sanção ou suspensão que a critério da Conmebol o impossibilite de participar da Libertadores ou da Sul-Americana
c) Ter obtido a Licença de Clubes da Conmebol expedida por sua associação membro
d) Emitir em tempo hábil a Carta de Conformidade e Compromisso
Assim, caso o campeão da Copa do Brasil 2019 seja rebaixado no Campeonato Brasileiro 2019, ele não será mais impedido de jogar a Libertadores na próxima temporada, como queria a Conmebol.
Além disso, clubes como Paysandu, Sampaio Corrêa e Juventude, que atualmente militam na Série C, terão permissão para jogar a Libertadores 2020 caso ganhem a Copa do Brasil, mesmo estando no máximo na Série B no ano que vem.
Caso a mudança que a Conmebol planejava estivesse em vigor há alguns anos, o Palmeiras teria sido cortado da Libertadores 2013, por exemplo, já que o Verdão ganhou a Copa do Brasil 2012, mas acabou caindo no Brasileirão 2012.
Dessa forma, o clube palestrino jogou a Libertadores 2013 mesmo estando na Série B.
No futebol nacional, ainda houve casos como os do Santo André e do Paulista de Jundiaí, que foram campeões da Copa do Brasil e jogaram o maior torneio continental da América do Sul, mesmo estando em divisões inferiores em seu próprio país.
A associação que mais reclamou foi a AFA (Associação de Futebol Argentino), principalmente por conta da situação do Tigre. Brasil, Chile e Paraguai também fizeram ligações para reclamar da decisão da Conmebol.
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Nesta quarta-feira, a organização informou que, após pressão das associações nacionais dos países sul-americanos, resolveu derrubar o polêmico ítem d das novas Condições de Elegibilidade de Clubes.
Dessa forma, times que estejam na Série B (ou até mesmo divisões inferiores) terão autorização para disputar os torneios continentais.
As regras de elegibilidade atualizadas são as seguintes:
a) Ter se classificado para a competição por mérito esportivo
b) Não estão cumprindo uma sanção ou suspensão que a critério da Conmebol o impossibilite de participar da Libertadores ou da Sul-Americana
c) Ter obtido a Licença de Clubes da Conmebol expedida por sua associação membro
d) Emitir em tempo hábil a Carta de Conformidade e Compromisso
Assim, caso o campeão da Copa do Brasil 2019 seja rebaixado no Campeonato Brasileiro 2019, ele não será mais impedido de jogar a Libertadores na próxima temporada, como queria a Conmebol.
Além disso, clubes como Paysandu, Sampaio Corrêa e Juventude, que atualmente militam na Série C, terão permissão para jogar a Libertadores 2020 caso ganhem a Copa do Brasil, mesmo estando no máximo na Série B no ano que vem.
Caso a mudança que a Conmebol planejava estivesse em vigor há alguns anos, o Palmeiras teria sido cortado da Libertadores 2013, por exemplo, já que o Verdão ganhou a Copa do Brasil 2012, mas acabou caindo no Brasileirão 2012.
Dessa forma, o clube palestrino jogou a Libertadores 2013 mesmo estando na Série B.
No futebol nacional, ainda houve casos como os do Santo André e do Paulista de Jundiaí, que foram campeões da Copa do Brasil e jogaram o maior torneio continental da América do Sul, mesmo estando em divisões inferiores em seu próprio país.
A associação que mais reclamou foi a AFA (Associação de Futebol Argentino), principalmente por conta da situação do Tigre. Brasil, Chile e Paraguai também fizeram ligações para reclamar da decisão da Conmebol.
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