Após se desfazer da maioria de seus medalhões, o Grêmio agora tenta segurar seus guris. Uma das principais revelações da equipe desde o ano passado, o volante Walace desperta o interesse de clubes europeus em seu futebol. Mas a direção tricolor bateu pé: não vai liberar o garoto por menos de 8 milhões de euros.
Valorizado pela vitrina da seleção Sub-20 no Sul-Americano do Uruguai, Walace recebeu sondagens de equipes da Alemanha e também da Espanha. Contudo, nenhuma evoluiu a ponto de se tornar proposta oficial. Até pelo fato de que os valores oferecidos ficaram muito abaixo do que o Grêmio deseja. Com 60% dos direitos econômicos do volante, o Grêmio lucraria cerca de 4,8 milhões de euros em uma futura venda. O restante seria dividido entre investidores e o próprio jogador.
Outro jogador que tem preço mínimo para deixar a Arena é Luan, que está em recuperação de uma lesão na sola do pé direito e não tem prazo para retornar. Em dezembro, o atacante recebeu uma proposta formal do Valencia, da Espanha, de 10 milhões de euros. A direção, contudo, recusou a oferta. E definiu em 12 milhões de euros o preço mínimo para negociá-lo. Com 70% dos direitos econômicos do jogador, o Grêmio lucraria ao menos 8,4 milhões de euros. A percentagem restante está dividida entre seu empresário, Jair Peixoto, e o investidor Celso Rigo, responsável por bancar a contratação do meia Giuliano junto ao Dnipro-UCR no ano passado.
Mesmo em caso de venda, os garotos só deixariam o Grêmio na metade do ano. Com a janela de transferências fechada, só poderiam atuar no Velho Continente a partir de julho.
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