Durante a Copa América, ficou ainda mais evidente a precariedade do gramado da Arena do Grêmio. Os principais jogadores que estiveram em Porto Alegre, como Messi e Suárez, se queixaram das condições do campo. Na Seleção Brasileira, as críticas também foram fortes. O que não é novidade, até porque o técnico Renato Portaluppi já havia falado sobre esta questão em mais de uma oportunidade.
A preocupação é que após o último jogo da Copa América na Arena, na noite de quarta-feira (3), o tempo de recuperação do campo será curto até a partida do Grêmio, na próxima quarta-feira, contra o Bahia, pela Copa do Brasil.
Neste momento, é difícil resolver o problema, até porque o segundo semestre será de muitos jogos, com Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Libertadores. Mas o fato é que algum momento a situação terá que ser resolvida definitivamente.
Em busca de mais informações, a coluna consultou especialistas em gramados do futebol brasileiro. O fornecimento de um novo campo de grama natural fica entre R$ 250 mil e R$ 350 mil. Um valor que não é considerado alto.
Mas o detalhe é a manutenção, que tem um custo mensal elevado, que pode variar de R$ 100 mil a R$ 200 mil mensais. São várias tecnologias diferentes que são usadas atualmente, e que podem resolver o problema. O que torna cara a manutenção é o uso da luz artificial.
No caso do Athletico-PR, por causa da ausência da luz solar para atingir o gramado, o clube comprou uma máquina de iluminação artificial. Só com energia, o custo era de R$ 80 mil mensais. No total, o gasto chegava a R$ 200 mil a cada mês com a manutenção.
Por isso, a ousadia de colocar grama sintética na Arena da Baixada. O investimento foi de R$ 4 milhões, com novos campos no estádio e no centro de treinamento. O investimento foi alto, mas o gasto de manutenção diminuiu para menos da metade, se tornando um bom negócio a longo prazo.
No caso da Arena do Grêmio, alguma coisa terá de ser feita. A tendência é, neste primeiro momento, a busca de novas tecnologias de manutenção da grama natural. E, provavelmente, no início de 2020, um novo campo de jogo.
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Neste momento, é difícil resolver o problema, até porque o segundo semestre será de muitos jogos, com Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Libertadores. Mas o fato é que algum momento a situação terá que ser resolvida definitivamente.
Em busca de mais informações, a coluna consultou especialistas em gramados do futebol brasileiro. O fornecimento de um novo campo de grama natural fica entre R$ 250 mil e R$ 350 mil. Um valor que não é considerado alto.
Mas o detalhe é a manutenção, que tem um custo mensal elevado, que pode variar de R$ 100 mil a R$ 200 mil mensais. São várias tecnologias diferentes que são usadas atualmente, e que podem resolver o problema. O que torna cara a manutenção é o uso da luz artificial.
No caso do Athletico-PR, por causa da ausência da luz solar para atingir o gramado, o clube comprou uma máquina de iluminação artificial. Só com energia, o custo era de R$ 80 mil mensais. No total, o gasto chegava a R$ 200 mil a cada mês com a manutenção.
Por isso, a ousadia de colocar grama sintética na Arena da Baixada. O investimento foi de R$ 4 milhões, com novos campos no estádio e no centro de treinamento. O investimento foi alto, mas o gasto de manutenção diminuiu para menos da metade, se tornando um bom negócio a longo prazo.
No caso da Arena do Grêmio, alguma coisa terá de ser feita. A tendência é, neste primeiro momento, a busca de novas tecnologias de manutenção da grama natural. E, provavelmente, no início de 2020, um novo campo de jogo.
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Comentários
Comentários (2)
Um gramado que tem que ter luz natural ou artificial não pode ter 3 jogos e treinamento depois de um forte chuva em 7 dias e sem contar que o inverno demorou a chegar e as sementes plandas ja são as de inverno ou tem que trocar a empresa que cuida do gramado porque 2016 ate 2018 quando teve aquele show no gramado era bom não tinhamos problema e nem desculpas
mas ja foi trocado esse gramado
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