Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS
Gre-Nal é um jogo de grandes descobertas. O clássico costuma abençoar os melhores, oferecer novas oportunidades, marcar na paleta quem vacila.
O Inter usou um time misto. Testou os reservas, o milionário banco da Libertadores. O Grêmio chamou os melhores, com quatro garotos, que fazem um decepcionante Gauchão. Só não queria perder. Conseguiu. O Inter nem se abateu com o resultado. Seu time de verdade estava de folga. O primeiro clássico de 2015 não deixou ninguém pelo caminho.
Felipão e Diego Aguirre ainda testam seus jogadores neste começo de temporada. O gremista deve ter aprovado a dupla Mamute e Lincoln. Saudado o retorno de Walace. O colorado deve ter batido palma para Rodrigo Dourado e Allison Farias. Mas os rodados Nilmar e Felipe Bastos não conseguem acertar.
Nos 90 minutos, gremistas e colorados procuraram o gol, concluíram. Mamute acertou a trave. Marcelo Grohe fez a grande defesa. O gol não saiu, apesar do desejo dos 34.512 espectadores. Faltou qualidade na conclusão, assim como certeza no passe e disposição para grandes jogadas individuais.
O 0 a 0 é da cultura do Gre-Nal, partida da mais pura marcação. A correria prejudicou os passes. Em campo a vontade superou a inteligência. Empates não animam ninguém.
Jean Pierre Gonçalves de Lima queria espetáculo. Ignorou as simulações, deixou o jogo correr, apitou em nome do futebol e como um árbitro do primeiro time do futebol brasileiro.
Desta vez, o árbitro ajudou. Pena que os jogadores não aproveitaram as oportunidades de gol.
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