Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
A direção do Grêmio garante que não escondeu Júnior, cujo acerto para renovação de contrato ocorreu nesta quarta-feira. Seria um exagero, entende o presidente Romildo Bolzan Júnior, explicando que anda havia um longo tempo até o encerramento do contrato.
– Não houve nenhuma esperteza ou preservação, pode ter certeza.
Foi uma opção técnica. Júnior continuava à disposição no elenco – assegura o dirigente.
O caso Júnior lembra o ocorrido com Lincoln. No ano passado, mesmo encantado com a participação do meia nos treinamentos, Felipão foi orientado a não utilizá-lo com tanta frequência.
Como só completaria 16 anos em novembro, o jogador ainda tinha contrato de amador e poderia ser "pirateado".
Situação semelhante ocorreu em 2006, no Inter. Alexandre Pato só passou a jogar entre os profissionais após assinar o primeiro contrato. Em 2005, o Grêmio apressou-se para renovar o contrato de Anderson, hoje no Inter, e incluir nele uma multa rescisória de R$ 48 milhões.
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Como só completaria 16 anos em novembro, o jogador ainda tinha contrato de amador e poderia ser "pirateado".
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