Foto: Fernando Gomes / Agência RBS
Os Gre-Nais de outono se repetem. Sempre um gaúcho desfila na Copa Libertadores da América, raramente ganha — quatro títulos em meio século —, mas sempre desdenha o Gauchão. Entende, cada um no seu ano premiado, que o Regional faz mal aos que se digladiam com os estrangeiros — e até brasileiros. Disputar o maçante regional é cansar-se à toa.
O que chega a cavalo no torneio latino ameaça usar um mistão, reservas, base, sempre que o clássico se aproxima. Penando num Estado absurdamente grenalizado, os times do Interior, rumam a extinção caso não encontrem gestões apuradas, capazes de fazer com que a comunidade guarde a camisa da Dupla, ao menos no começo do ano, e apoie o time da região. Sem poder, deixam as decisão com os dois grandes da Capital. Nada muda, o campeão veste vermelho ou azul.
O Gre-Nal 405 — e o 406 também — vale meio ano ao Grêmio. Ao Inter, o peso é menor. A Libertadores hipnotiza a todos.
O Tricolor tem tudo a perder. Investiu o que tinha e o que não tinha (Cristian Rodríguez). Conta com Felipão, o técnico de quase todos os gremistas, que buscou a solução nos garotos, não encontrou e chamou atletas mais experientes, mas sem grife.
O gremista sentirá mais a derrota.
O colorado tem a Libertadores no horizonte, um paraíso quase sempre utópico.
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