O atacante Pepê, revelado profissionalmente no Grêmio e que atualmente defende as cores do Porto, de Portugal, voltou à pauta nos bastidores nesta semana. Atualmente com 25 anos, o jogador, que foi tri-campeão gaúcho pelo Tricolor entre 2019 e 2021, foi negociado com o futebol europeu há dois anos e a transferência virou motivo de polêmica nesta semana.
Responsável por formar Pepê nas categorias de base, o Foz do Iguaçu, do Paraná, acusa a antiga gestão do Grêmio, comandada pelo ex-presidente Romildo Bolzan Júnior, de não honrar o valor correspondente a 30% dos direitos econômicos do atacante. Ex-CEO do Clube Gaúcho, Carlos Amodeo também já se manifestou sobre o tema e negou as acusações.
De acordo com informações do portal GaúchaZH, os paranaenses alegam que teriam direito a R$ 29 milhões da venda do jogador ao Porto, que foi fechada em R$ 98,6 milhões na conversão da época. O presidente do Foz do Iguaçu, inclusive, culpou o Grêmio pelas dificuldades na montagem do elenco para a temporada de 2023.
"Foz tem seus direitos reconhecidos em documentos. Temos os documentos que provam. A gestão anterior do Grêmio foi catastrófica. Tive que montar um time pífio, sem orçamento algum. Fomos deixados às traças. É um clube gigante pisando em um pequeno", afirmou o mandatário Arif Osman à Rádio Gaúcha.
Já a versão do Tricolor é que o Clube Paranaense enviou uma notificação informando que havia negociado parte dos 30% que tinha direito a terceiros, passando a ter 20% do passe. O Porto quitou três parcelas ao Grêmio, que enviou os repasses ao Foz como acordado, mas recebeu uma notificação pedindo que os 30% fossem pagos diretamente a ele.
"Esse imbróglio só existe por ter sido causado pelo Foz. Que quer receber o valor em detrimento dos terceiros. O Grêmio não pode pagar ao Foz e depois ser cobrado pelos terceiros. Entendemos que cumprimos o que foi combinado. Para proteger os direitos do clube, optamos naquele momento em aguardar a demanda no CNRD estabeleça para quem será pago", explicou Amodeo.
Enquanto o Foz acionou a Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) da CBF, o Grêmio espera uma posição da entidade sobre a disputa. AInda conforme Amodeo, os pagamentos a terceiros, indicados pelos paranaenses, que já foram ajustados pela antiga gestão, serão feitos ao decorrer deste ano.
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De acordo com informações do portal GaúchaZH, os paranaenses alegam que teriam direito a R$ 29 milhões da venda do jogador ao Porto, que foi fechada em R$ 98,6 milhões na conversão da época. O presidente do Foz do Iguaçu, inclusive, culpou o Grêmio pelas dificuldades na montagem do elenco para a temporada de 2023.
"Foz tem seus direitos reconhecidos em documentos. Temos os documentos que provam. A gestão anterior do Grêmio foi catastrófica. Tive que montar um time pífio, sem orçamento algum. Fomos deixados às traças. É um clube gigante pisando em um pequeno", afirmou o mandatário Arif Osman à Rádio Gaúcha.
Já a versão do Tricolor é que o Clube Paranaense enviou uma notificação informando que havia negociado parte dos 30% que tinha direito a terceiros, passando a ter 20% do passe. O Porto quitou três parcelas ao Grêmio, que enviou os repasses ao Foz como acordado, mas recebeu uma notificação pedindo que os 30% fossem pagos diretamente a ele.
"Esse imbróglio só existe por ter sido causado pelo Foz. Que quer receber o valor em detrimento dos terceiros. O Grêmio não pode pagar ao Foz e depois ser cobrado pelos terceiros. Entendemos que cumprimos o que foi combinado. Para proteger os direitos do clube, optamos naquele momento em aguardar a demanda no CNRD estabeleça para quem será pago", explicou Amodeo.
Enquanto o Foz acionou a Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) da CBF, o Grêmio espera uma posição da entidade sobre a disputa. AInda conforme Amodeo, os pagamentos a terceiros, indicados pelos paranaenses, que já foram ajustados pela antiga gestão, serão feitos ao decorrer deste ano.
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