GZH Tricolor
Não poderia ter sido melhor para o Grêmio a notícia de que o Campinense mudou o local da partida única contra o tricolor gaúcho pela primeira fase da Copa do Brasil, no dia 1º de março.
Viajar para Brasília e não mais para Campina Grande beneficia muito o time do técnico Renato Portaluppi, que na mesma semana faria dois jogos pelo Gauchão, um antes e outro depois dos paraibanos, sendo que o segundo será o clássico Gre-Nal, na Arena.
A logística, que não será mais custeada pelo Grêmio, pois quando o mando muda de Estado, todas as despesas do visitante devem ser pagas pelo mandante, vai ser diminuída em mais de 2 mil quilômetros.
Ao invés de um voo com escala, durando mais de cinco horas, a delegação gremista partiria diretamente para a capital federal, num percurso de 2h30min.
Tecnicamente também vai ser bom para o Grêmio, pois o gramado do Mané Garrincha apresenta condições bem superiores ao Estádio Ernani Sátiro, o Amigão, casa do Campinense. Sem falar na presença de torcida, que por menor que fosse, na Paraíba, seria maioria a favor do adversário.
Em Brasília, o quadro se inverte. E além de gaúchos e gremistas, teremos muitos admiradores do futebol de Suárez fazendo questão de ver o uruguaio em ação tão de perto.
Local, Uruguaio, Campinense, Estádio, Torcida
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Viajar para Brasília e não mais para Campina Grande beneficia muito o time do técnico Renato Portaluppi, que na mesma semana faria dois jogos pelo Gauchão, um antes e outro depois dos paraibanos, sendo que o segundo será o clássico Gre-Nal, na Arena.
A logística, que não será mais custeada pelo Grêmio, pois quando o mando muda de Estado, todas as despesas do visitante devem ser pagas pelo mandante, vai ser diminuída em mais de 2 mil quilômetros.
Ao invés de um voo com escala, durando mais de cinco horas, a delegação gremista partiria diretamente para a capital federal, num percurso de 2h30min.
Tecnicamente também vai ser bom para o Grêmio, pois o gramado do Mané Garrincha apresenta condições bem superiores ao Estádio Ernani Sátiro, o Amigão, casa do Campinense. Sem falar na presença de torcida, que por menor que fosse, na Paraíba, seria maioria a favor do adversário.
Em Brasília, o quadro se inverte. E além de gaúchos e gremistas, teremos muitos admiradores do futebol de Suárez fazendo questão de ver o uruguaio em ação tão de perto.
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