Foto: Reprodução/Gaúcha ZH
Primeiro jogador do planeta a ser artilheiro tanto da Libertadores quanto da Liga dos Campeões, Mário Jardel foi revelado no Ferroviário e teve destaque no Grêmio. As equipes se encontram nesta quinta-feira (16), às 20h, na Arena do Grêmio, pela segunda fase da Copa do Brasil. O coração fica dividido no momento de assistir ao primeiro encontro na história dos dois times da vida.
- Fico dividido. Muito feliz por, pela primeira vez na história do futebol, os dois clubes se enfrentarem. Eu recebi o convite da diretoria do Ferroviário para viajar e acompanhar o plantel. Espero que seja um grande jogo. É como se fossem dois filhos. O clube que me projetou e o clube que me levou para Europa, com gols e artilheiro da Libertadores. São duas histórias diferentes. Um começo, um meio e um fim, que foi aquela despedida contra o Quixadá, aquele golaço que eu fiz - afirma Jardel.
- Vão vir lembranças da minha infância, do tempo que eu era treinado pelo professor Edmundo Silveira, época que eu disputei a Taça Rio, fui para o Vasco, para o Grêmio, Libertadores com o Felipão, Recopa, em pouco tempo entrei para a história do futebol gaúcho. São duas histórias diferentes - completa.
A história com o Grêmio é marcante, onde foi campeão da Libertadores em 1995. Com diferencial nos gols de cabeça, o ex-centroavante se despediu dos gramados com a camisa do Ferroviário. Quase 20 anos após estrear no time coral, o jogador retornou à Barra do Ceará para a despedida. O anúncio do retorno contou com chegada de helicóptero.
- Como toda minha família foi Ferroviário... Se você for comparar, o salário do Suárez cobre toda a folha do Ferroviário e muito mais, então a tendência é que o Grêmio vença, mas o Ferroviário nunca vai sair do meu coração. Há jogos e jogos, se fizer um grande jogo como fez contra o Fortaleza (pela semifinal do Campeonato Cearense), pode ser que dê trabalho contra o Grêmio - afirmou.
Em sua reestreia no Elzir Cabral completamente lotado, Jardel marcou na vitória coral por 2 a 1 sobre o Quixadá, em 11 de março de 2009. Esse gol é lembrado por ele como mais marcante com a camisa do time cearense. Jardel também relembrou nomes importantes dos dois clubes.
- O melhor que vi jogar no Ferroviário foi o Jorge Veras, que jogou nos dois inclusive e vai viajar comigo. Gostava do Luisinho das Arábias também. No Grêmio, Renato Gaúcho e Paulo Nunes.
O Ferroviário vive bom momento na temporada, com apenas duas derrotas em 18 jogos. O time disputa o Campeonato Cearense, Copa do Brasil e Copa do Nordeste. O Grêmio disputou 13 jogos e ainda não foi derrotado na temporada. Jardel avaliou as equipes.
- No Ferroviário são muitos jogadores jovens que estão disputando pela primeira vez uma Copa do Brasil, em um mata-mata, logo contra Suárez, Renato Gaúcho... Exige muita concentração - afirmou.
- O Ferroviário já fez um grande feito na Copa do Nordeste, avançando da primeira fase e ganhando uma certa verba. Trouxe um treinador que deu padrão de jogo ao time, que foi o Paulinho Kobayashi. Gostei muito dos jogos e vi cara de time. Torço para que siga evoluindo e seja campeão da Série C do Brasileiro. O Grêmio está em um bom caminho, Renato está montando um bom time e tem tudo para buscar que o time volte a disputar uma Libertadores próximo ano - completou.
Grêmio, Jardel, Copa do Brasil, Ferroviário, Imortal
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- Vão vir lembranças da minha infância, do tempo que eu era treinado pelo professor Edmundo Silveira, época que eu disputei a Taça Rio, fui para o Vasco, para o Grêmio, Libertadores com o Felipão, Recopa, em pouco tempo entrei para a história do futebol gaúcho. São duas histórias diferentes - completa.
A história com o Grêmio é marcante, onde foi campeão da Libertadores em 1995. Com diferencial nos gols de cabeça, o ex-centroavante se despediu dos gramados com a camisa do Ferroviário. Quase 20 anos após estrear no time coral, o jogador retornou à Barra do Ceará para a despedida. O anúncio do retorno contou com chegada de helicóptero.
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Em sua reestreia no Elzir Cabral completamente lotado, Jardel marcou na vitória coral por 2 a 1 sobre o Quixadá, em 11 de março de 2009. Esse gol é lembrado por ele como mais marcante com a camisa do time cearense. Jardel também relembrou nomes importantes dos dois clubes.
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