Foto: Reprodução
Garantindo não se tratar de pessoas da gestão atual do Grêmio, comandado pelo presidente Alberto Guerra, o ex-atacante Paulo Nunes indicou certa mágoa com antigos dirigentes do clube e pela falta de valorização. Em entrevista dada ao jornalista Duda Garbi, no YouTube, o antigo jogador gremista da década de 90 revelou ter sido convidado, até hoje, para ir na Arena uma única vez.
Ele relata que a ocasião única foi no aniversário de 115 anos do Grêmio, quando inclusive botou os pés na Calçada da Fama do estádio. Paulo lamenta ser mais reconhecido e melhor tratado por outras equipes brasileiras que passou na carreira:
“Eu parei de jogar no Grêmio em 2000 e estamos em 2023. Eu fui convidado uma vez para ir à Arena, que foi para pisar na Calçada da Fama nos 115 anos do Grêmio. Um jogador que tem a história que eu tenho, que conquistei, que tem o amor da torcida gremista… o respeito que esses caras dão aos ex-atletas eu fico abismado. Palmeiras me convida de 15 em 15 dias para ir no camarote, o próprio Flamengo toda vez me chama quando estou no Rio de Janeiro”, falou o atual comentarista do SporTV, antes de ampliar:
“O Grêmio me convidou uma vez nesta festa de 115 anos. Eu não sou esse cara de ficar visitando e rondando clube, esperando alguma coisa. Mas eu acho que um carinho, uma troca… se eu sou presidente, eu vou valorizar quem tem história ali. Mas se não valorizam nem o Olímpico, que está lá largado, eu fico pensando como vão valorizar os ex-jogadores. É valorizar as pessoas que marcaram esse clube, eu acho isso imprescindível. Você não tem presente e futuro se não olhar o passado”.
Paulo Nunes teme situação de ex-colegas
Paulo afirma que não busca emprego no Grêmio nem nada do gênero e que, além disso, tem o reconhecimento por estar na mídia. Mas ele relembra que vários colegas seus de 1996, por exemplo, não têm a mesma oportunidade:
“Não são esses que estão agora na direção não. São outros desde que eu parei de jogar que não dão o valor. Eu acho isso absurdo. Nós temos grupo de jogadores de 1996, 97, e é possível desses caras irem lá e serem barrados na portaria. Não custa nada chamar alguns deles que não tem mídia, de levar esses caras. Zé Afonso, Zé Alcino, poderia falar vários. Fico abismado”, finalizou.
A Copa do Brasil, a Libertadores, a Recopa e o Brasileirão foram alguns dos títulos vencidos por Paulo Nunes em sua época de Grêmio.
Grêmio, Paulo Nunes, Valorizado, Arena, Imortal
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Ele relata que a ocasião única foi no aniversário de 115 anos do Grêmio, quando inclusive botou os pés na Calçada da Fama do estádio. Paulo lamenta ser mais reconhecido e melhor tratado por outras equipes brasileiras que passou na carreira:
“Eu parei de jogar no Grêmio em 2000 e estamos em 2023. Eu fui convidado uma vez para ir à Arena, que foi para pisar na Calçada da Fama nos 115 anos do Grêmio. Um jogador que tem a história que eu tenho, que conquistei, que tem o amor da torcida gremista… o respeito que esses caras dão aos ex-atletas eu fico abismado. Palmeiras me convida de 15 em 15 dias para ir no camarote, o próprio Flamengo toda vez me chama quando estou no Rio de Janeiro”, falou o atual comentarista do SporTV, antes de ampliar:
“O Grêmio me convidou uma vez nesta festa de 115 anos. Eu não sou esse cara de ficar visitando e rondando clube, esperando alguma coisa. Mas eu acho que um carinho, uma troca… se eu sou presidente, eu vou valorizar quem tem história ali. Mas se não valorizam nem o Olímpico, que está lá largado, eu fico pensando como vão valorizar os ex-jogadores. É valorizar as pessoas que marcaram esse clube, eu acho isso imprescindível. Você não tem presente e futuro se não olhar o passado”.
Paulo Nunes teme situação de ex-colegas
Paulo afirma que não busca emprego no Grêmio nem nada do gênero e que, além disso, tem o reconhecimento por estar na mídia. Mas ele relembra que vários colegas seus de 1996, por exemplo, não têm a mesma oportunidade:
“Não são esses que estão agora na direção não. São outros desde que eu parei de jogar que não dão o valor. Eu acho isso absurdo. Nós temos grupo de jogadores de 1996, 97, e é possível desses caras irem lá e serem barrados na portaria. Não custa nada chamar alguns deles que não tem mídia, de levar esses caras. Zé Afonso, Zé Alcino, poderia falar vários. Fico abismado”, finalizou.
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