Enquanto o Rio Grande do Sul ainda tenta se recuperar da maior tragédia natural da sua história, o Grêmio retoma os trabalhos depois de 15 dias parado em uma realidade diferente. Enquanto o centro de treinamento gremista segue inundado, os jogadores estarão no CT Joaquim Grava em dois turnos de trabalhos. A comissão técnica terá uma atenção especial com a parte física dos atletas e vai tentar minimizar o prejuízo de ver o elenco parado por duas semanas. Um dos motivos do clube escolher as estruturas do CT do Corinthians foi a possibilidade de treinar de manhã e à tarde. O elenco se apresentou durante a quinta-feira e até a manhã de sexta. A capacidade de receber dois clubes e com trabalhos em dois turnos pesou. O local conta com cinco campos, sendo três em tamanho oficial, um para aquecimento e um para treinamento de goleiros. E essa deve ser a programação da equipe de Renato Portaluppi. Recentemente, o treinador enfrentava problemas com lesões musculares no grupo. Na última partida antes da paralisação, Gustavo Martins deixou o campo sentindo a coxa. Pavon e Mayk estavam tratando o mesmo problema. Por isso, o preparador físico Mário Pereira terá um papel especial nesta retomada. Parte determinante dos trabalhos será voltada a readquirir o ritmo de treino e fortalecer fisicamente os atletas, que mantinham um protocolo de atividades em casa. O clube não divulgou lista de jogadores que vão se reapresentar. Porém, os que estão lesionados e sem poder trabalhar com bola, devem seguir a recuperação em casa neste primeiro momento. Cada caso será avaliado individualmente. A facilidade da estratégia para receber os jogadores em São Paulo também foi importante para escolher o Joaquim Grava. Nos últimos dias, os atletas do grupo profissional e da base foram liberados para retornarem a rescetivas casas. O Grêmio ficará hospedado próximo do aeroporto de Guarulhos e do CT corintiano. A próxima partida do Grêmio está marcada para o dia 29 de maio, no estádio Couto Pereira, em Curitiba, contra o The Strongest, pela sexta rodada da fase de grupos da Libertadores. O Tricolor ainda tem que recuperar duas partidas desta competição, contra Huachipato, no Chile, e Estudiantes, também no Paraná.
O elenco se apresentou durante a quinta-feira e até a manhã de sexta. A capacidade de receber dois clubes e com trabalhos em dois turnos pesou. O local conta com cinco campos, sendo três em tamanho oficial, um para aquecimento e um para treinamento de goleiros. E essa deve ser a programação da equipe de Renato Portaluppi. Recentemente, o treinador enfrentava problemas com lesões musculares no grupo. Na última partida antes da paralisação, Gustavo Martins deixou o campo sentindo a coxa. Pavon e Mayk estavam tratando o mesmo problema. Por isso, o preparador físico Mário Pereira terá um papel especial nesta retomada.
Parte determinante dos trabalhos será voltada a readquirir o ritmo de treino e fortalecer fisicamente os atletas, que mantinham um protocolo de atividades em casa. O clube não divulgou lista de jogadores que vão se reapresentar. Porém, os que estão lesionados e sem poder trabalhar com bola, devem seguir a recuperação em casa neste primeiro momento. Cada caso será avaliado individualmente. A facilidade da estratégia para receber os jogadores em São Paulo também foi importante para escolher o Joaquim Grava.
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