A enchente que atinge a Arena e ainda impede o início da recuperação do estádio causou prejuízos de todas as formas. Por exemplo, os uniformes de jogo do clube estavam em área ainda alagada e foram perdidos pelo clube, que precisou solicitar nova remessa para a fornecedora. Por outro lado, os materiais de treino do CT Luiz Carvalho foram salvos. Boa parte dos uniformes usados em jogos ficam no andar térreo da Arena, no almoxarifado. O setor foi atingido pela cheia do Guaíba e ficou com água em uma altura de até um metro. O que estava lá é considerado perdido no Grêmio. Além disso, parte do que poderia servir como apoio estava na GrêmioMania que foi saqueada. O clube já fez o pedido para a Umbro, fornecedora do material esportivo, que vai entregar as novas camisas até o dia da volta do time gaúcho aos gramados, no dia 29 de maio, contra o The Strongest, no Couto Pereira, em Curitiba. Os materiais guardados no CT Luiz Carvalho foram salvos apesar do alagamento. Ali ficavam todas as vestimentas utilizadas em treinamentos no dia a dia, que foram levadas para São Paulo. E uma parte também complementar para ser usada em partidas oficiais. A área interna do CT, como academia, vestiários, departamento médico, refeitório e escritórios não foi atingida, pois o prédio é elevado a uma altura que a água não atingiu. Estima-se mais de R$ 1 milhão em equipamentos salvos. No entanto, os campos estão há duas semanas abaixo d'água. O ônibus do clube também está estacionado com água até o para-brisa. Nesta semana, o Grêmio mobilizou uma operação para retirar os equipamentos do CT e mandar de ônibus para São Paulo, onde voltou aos trabalhos. Foram quatro lanchas da Marinha na empreitada e cerca de duas toneladas de equipamentos retirados pelos funcionários do clube. A direção gremista ainda aguarda baixar o nível da água para analisar os prejuízos causados no CT. Os dois campos em tamanho oficial e o menor usado para aquecimento ficaram submersos e provavelmente precisarão ser trocados. Mas a enchente deixou danos no CT Hélio Dourado, da categoria de base, e a escolinha do bairro Cristal em Porto Alegre. Em Eldorado do Sul, os gramados do CT e parte do térreo dos prédios ficaram alagados. Já a escolinha do Grêmio ficou submersa na capital gaúcha. Os prejuízo da Arena serão custeados pela empresa que administra o estádio. Enquanto o estado gaúcho segue sofrendo as consequências da maior tragédia do Rio Grande do Sul, o futebol do Grêmio retomou os treinos em São Paulo, onde ficará, pelo menos, até o dia 26 de maio. O vice-presidente Fábio Floriani participou de uma reunião nesta sexta-feira com o governo federal e demais clubes gaúchos atingidos para tratar da situação do futebol gaúcho após as enchentes. Há promessa de ajuda.
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