Na última quarta-feira, a rivalidade entre Grêmio e a administração da Arena Porto-Alegrense ganhou um novo capítulo explosivo. Em meio à difícil situação do time no Brasileirão, a Justiça acolheu o pedido do clube para que o seguro da Arena, duramente afetada por uma enchente, seja depositado em juízo. A decisão provocou um conflito aberto entre o Tricolor e a empresa responsável pela gestão do estádio.
A Arena do Grêmio, em nota oficial, criticou a decisão judicial, afirmando que isso pode “atrasar em meses o retorno dos jogos do time no estádio”. Por sua vez, o Tricolor acusou a empresa de demora na recuperação do gramado, que ficou inundado por semanas, e apontou um histórico problemático das empresas envolvidas na administração da Arena, com receio de que os recursos pudessem ser desviados para outros fins.
Essa tensão não é novidade: a relação entre o clube e a administração do estádio é tensa há mais de uma década. A situação é agravada pelo fato de que o estádio ainda está sem energia elétrica, operando apenas com geradores. O Tricolor esperava jogar na Arena em agosto pela Libertadores, mas com o episódio de hoje, essa perspectiva se torna incerta.
No momento, o Tricolor ocupa o Z4, com cinco derrotas consecutivas e o pior ataque do Brasileirão. A torcida aguarda por uma resolução que permita ao time voltar a jogar em casa e, quem sabe, recuperar o bom desempenho no campo.
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