Sorteio da Libertadores foi realizado no último
dia 22 (Foto: Reprodução Twitter)
A viagem para Assunção, na última semana, não serviu apenas para acompanhar os adversários que virão pela frente na fase de grupos da Libertadores. O Grêmio utilizou o período também para se movimentar nos bastidores do futebol sul-americano. Contatos com dirigentes da Conmebol e reuniões para a criação de uma associação que dê peso aos clubes dentro da entidade foram alguns dos compromissos da agenda gremista na capital paraguaia.
A missão tricolor foi dividida em duas partes. A primeira foi do diretor executivo Rui Costa, que viajou na segunda-feira para Assunção. Lá, tentou buscar informações sobre o que ocorreu na montagem do ranking da América, que deixou o Grêmio de fora do posto de cabeça de chave da Libertadores, e fez contatos dentro da entidade.
Foi também o dirigente que representou o Grêmio em duas reuniões com outros clubes do continente, conforme apurou o GloboEsporte.com. Por conta do momento conturbado provocado pelos escândalos de corrupção na Fifa, que deixa os comandantes engravatados do futebol do continente ressabiados e desconfiados do que vem pela frente, os clubes se articulam para conseguir mais poder.
Os encontros miraram a criação de uma associação de clubes sul-americanos. Mas não para bater de frente com a Conmebol. E sim aproveitar o abalo geral dos dirigentes de confederações e federações e ganhar mais peso em decisões importantes. Recentemente, por exemplo, a Conmebol aumentou as cotas pagas aos clubes na Libertadores, um dos pleitos do presidente gremista, Romildo Bolzan Júnior, que no programa Central Gre-Nal, do GloboEsporte.com, havia reclamado que a competição é deficitária.
Além do embrião para a criação de uma entidade representativa dos clubes sul-americanos, a viagem também contou para o Grêmio se fazer presente nos bastidores da entidade. Depois da saída do paraguaio Juan Angel Napout, que está preso nos Estados Unidos, assumiu o uruguaio Wilmar Valdez. E o Tricolor aproveitou a estadia para contatos com os dirigentes em Assunção.
– Fomos conhecer o ambiente, sentir o ambiente da Libertadores. Foi positivo, conseguimos os contatos. Ver se tinha alguma coisa nova. Na Conmebol, está todo mundo com a crista baixa, por conta do que vem acontecendo. Tocando tudo apenas pelo compromisso. Estão desestruturados – destacou o presidente Romildo ao GloboEsporte.com.
Além de Rui Costa, que viajou na segunda-feira, o Grêmio foi a Assunção com o mandatário, o vice de futebol Cesar Pacheco e o investidor Celso Rigo, em uma comitiva que chegou na terça-feira para o sorteio. O Tricolor terá pela frente no Grupo 6 o argentino San Lorenzo, o equatoriano LDU e o mexicano Toluca.
A postura de discussão da cultura do futebol brasileiro é uma das marcas da gestão de Bolzan, que foi um dos entusiastas da criação da Primeira Liga. Além da nova competição, o espaço também serve para colocação de pautas diferentes, como a renegociação dos direitos de transmissão de TV pagos aos clubes. No início do ano, o mandatário também levou para o comitê de clubes criado na CBF algumas propostas, entre elas a liberação da cerveja nos estádios e a mudança da fórmula de disputa do Brasileirão.
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dia 22 (Foto: Reprodução Twitter)
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A missão tricolor foi dividida em duas partes. A primeira foi do diretor executivo Rui Costa, que viajou na segunda-feira para Assunção. Lá, tentou buscar informações sobre o que ocorreu na montagem do ranking da América, que deixou o Grêmio de fora do posto de cabeça de chave da Libertadores, e fez contatos dentro da entidade.
Foi também o dirigente que representou o Grêmio em duas reuniões com outros clubes do continente, conforme apurou o GloboEsporte.com. Por conta do momento conturbado provocado pelos escândalos de corrupção na Fifa, que deixa os comandantes engravatados do futebol do continente ressabiados e desconfiados do que vem pela frente, os clubes se articulam para conseguir mais poder.
Os encontros miraram a criação de uma associação de clubes sul-americanos. Mas não para bater de frente com a Conmebol. E sim aproveitar o abalo geral dos dirigentes de confederações e federações e ganhar mais peso em decisões importantes. Recentemente, por exemplo, a Conmebol aumentou as cotas pagas aos clubes na Libertadores, um dos pleitos do presidente gremista, Romildo Bolzan Júnior, que no programa Central Gre-Nal, do GloboEsporte.com, havia reclamado que a competição é deficitária.
Além do embrião para a criação de uma entidade representativa dos clubes sul-americanos, a viagem também contou para o Grêmio se fazer presente nos bastidores da entidade. Depois da saída do paraguaio Juan Angel Napout, que está preso nos Estados Unidos, assumiu o uruguaio Wilmar Valdez. E o Tricolor aproveitou a estadia para contatos com os dirigentes em Assunção.
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Além de Rui Costa, que viajou na segunda-feira, o Grêmio foi a Assunção com o mandatário, o vice de futebol Cesar Pacheco e o investidor Celso Rigo, em uma comitiva que chegou na terça-feira para o sorteio. O Tricolor terá pela frente no Grupo 6 o argentino San Lorenzo, o equatoriano LDU e o mexicano Toluca.
A postura de discussão da cultura do futebol brasileiro é uma das marcas da gestão de Bolzan, que foi um dos entusiastas da criação da Primeira Liga. Além da nova competição, o espaço também serve para colocação de pautas diferentes, como a renegociação dos direitos de transmissão de TV pagos aos clubes. No início do ano, o mandatário também levou para o comitê de clubes criado na CBF algumas propostas, entre elas a liberação da cerveja nos estádios e a mudança da fórmula de disputa do Brasileirão.
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