Dentre os 112 times que disputam a Copa São Paulo de Futebol Júnior, um é especial: o Perólas Negras. A equipe reúne 25 haitianos e é mantida pela "Viva Rio", uma organização social brasileira que trabalha no Haiti.
O time foi criado depois do terremoto de 2010, que devastou o país mais pobre das Américas. No clube, eles jogam, estudam e até aprendem português.
– A gente quer um legado permanente: uma ponte de continuidade, de trânsito, feita pelo futebol – diz Ruben Cesar Fernandes, diretor executivo da Viva Rio.
O objetivo desses meninos na Copa São Paulo é conseguir fazer, por meio do futebol, o que outros milhares de haitianos também fizeram: vir morar e trabalhar no Brasil para poder ajudar as famílias que ficaram por lá.
Cerca de 56 mil haitianos vivem no Brasil, a maioria em São Paulo, que é a sede dos Perólas Negras na primeira fase da Copinha. A estreia será neste domingo, às 14h, no estádio da
Rua Javari, na Mooca, contra o Juventus, dono da casa.
– Nós estamos aqui não pra brincar, não pra visitar, mas pra demonstrar nosso futebol – diz Anel Jean Louis, de 17 anos.
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O time foi criado depois do terremoto de 2010, que devastou o país mais pobre das Américas. No clube, eles jogam, estudam e até aprendem português.
– A gente quer um legado permanente: uma ponte de continuidade, de trânsito, feita pelo futebol – diz Ruben Cesar Fernandes, diretor executivo da Viva Rio.
O objetivo desses meninos na Copa São Paulo é conseguir fazer, por meio do futebol, o que outros milhares de haitianos também fizeram: vir morar e trabalhar no Brasil para poder ajudar as famílias que ficaram por lá.
Cerca de 56 mil haitianos vivem no Brasil, a maioria em São Paulo, que é a sede dos Perólas Negras na primeira fase da Copinha. A estreia será neste domingo, às 14h, no estádio da
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