Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Você certamente tem as suas, ainda que nada registrado em cartório. Melhor assim, sem pressão. Mesmo que elas apareçam apenas de brincadeira, numa conversa despretensiosa antes do brinde em família, as tais resoluções de Ano Novo sempre dão o ar da graça.
Eu sempre prometo a mim mesmo trabalhar menos e correr, andar de bicicleta e duplicar as peladas com os amigos, mas nunca consigo. Como renovo esta modesta resolução a cada dúzia de meses, um dia chego lá.
A esperança, sozinha, não te leva a lugar algum. Tem de correr atrás, obviamente. Mas sem esperança, pode apostar, com certeza você não vai nem até uma nova esquina de vida. Quais seriam, então, as resoluções de colorados e gremistas para 2016? Abaixo, os meus palpites, colhidos nos contatos com torcedores nas mais diversas plataformas, em especial a melhor de todas, que é o olho no olho, na rua.
O Grêmio suportaria um fracasso na Libertadores, desde que ganhe ao menos uma Copa do Brasil. Seria um penta, aliás. O gremista quer um título de relevância, após 15 anos de espera. Se for o tri da América, claro, a recompensa pela espera viria com juros e correção. Mas bastaria quebrar o jejum.
O Inter, após 36 anos sem vencer o Brasileirão, terá no segundo semestre a sua principal resolução de 2016. Há uma geração inteira, já com filhos crescidos, que nunca viu o Inter ser campeão brasileiro – embora tenha vibrado com Mundial e taças continentais.
As resoluções de Grêmio e Inter têm algo em comum: a saudade de algo celebrado há muito tempo.
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A esperança, sozinha, não te leva a lugar algum. Tem de correr atrás, obviamente. Mas sem esperança, pode apostar, com certeza você não vai nem até uma nova esquina de vida. Quais seriam, então, as resoluções de colorados e gremistas para 2016? Abaixo, os meus palpites, colhidos nos contatos com torcedores nas mais diversas plataformas, em especial a melhor de todas, que é o olho no olho, na rua.
O Grêmio suportaria um fracasso na Libertadores, desde que ganhe ao menos uma Copa do Brasil. Seria um penta, aliás. O gremista quer um título de relevância, após 15 anos de espera. Se for o tri da América, claro, a recompensa pela espera viria com juros e correção. Mas bastaria quebrar o jejum.
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