Vencida pelo Corinthians, edição de 2015 da Copinha teve mais testes antidoping por conta do regulamento, que tinha mais jogos na fase final
A Autoridade Brasileira de Controle de Doping (ABCD) realizará um total de 56 exames antidoping na Copa São Paulo de Futebol Júnior deste ano e abrangerão todas as partidas da fase decisiva do torneio. O número de testes, todos de urina, é menor que o realizado na edição do ano passado, quando foram feitos 60 exames. A redução, entretanto, deve-se à diminuição de jogos da fase final por conta do novo regulamento da competição.
A ABCD ainda distribuiu cartilhas de orientação antidoping para todos os 112 times que disputam a Copinha deste ano. O material conta com informações como substâncias e medicamentos proibidos, as formas de coleta para os testes e os direitos que o atleta tem em relação aos exames antidoping.
Diferente dos testes do futebol brasileiro, todos os exames antidoping da Copinha serão realizados no laboratório brasileiro situado na UFRJ, no Rio, que foi recredenciado no ano passado junto à Agência Mundial Anti-Doping (Wada).
Para torneios como o Brasileirão e a Copa do Brasil, a CBF opta por realizar os testes em outros países por conta dos menores preços, segundo explicação da própria entidade que comanda o futebol brasileiro.
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A ABCD ainda distribuiu cartilhas de orientação antidoping para todos os 112 times que disputam a Copinha deste ano. O material conta com informações como substâncias e medicamentos proibidos, as formas de coleta para os testes e os direitos que o atleta tem em relação aos exames antidoping.
Diferente dos testes do futebol brasileiro, todos os exames antidoping da Copinha serão realizados no laboratório brasileiro situado na UFRJ, no Rio, que foi recredenciado no ano passado junto à Agência Mundial Anti-Doping (Wada).
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