Foto: Reprodução / @matheusoficial08/instagram
Promessa da base do Grêmio, o volante Matheus Biteco, 20 anos, se apresentou nesta semana no Hoffenheim, da Alemanha. Mesmo sem se firmar no profissional, o garoto foi vendido à Europa no início do ano passado e rendeu lucro ao clube.
O dinheiro, contudo, nem chegou a entrar nos cofres da Arena. Foi utilizado no pagamento de uma dívida com o Flamengo pela contratação do atacante Rodrigo Mendes, que se arrastava desde 2000 e somava R$ 13 milhões.
Uma curiosidade é o fato de a venda de 70% dos direitos econômicos do jogador ter sido feita ao grupo alemão Rogon, que o colocou no Hoffenheim. O negócio foi um dos últimos do Grêmio com investidores antes da proibição da Fifa, que vigora desde maio de 2015.
Embora o clube alemão tenha liberado Matheus Biteco para permanecer na Arena por empréstimo (foi registrado no Barra FC, clube administrado pela Rogon no Brasil) até o final do ano passado, o garoto não foi utilizado por Felipão e Roger Machado. Muito em parte por ter sofrido uma lesão no púbis e ter de passar por cirurgia, realizada em julho na Suíça.
Por conta disso, o volante também foi cortado da seleção sub-20 que disputou o Mundial da categoria na Nova Zelândia. E realizou sua recuperação no CT Luiz Carvalho no segundo semestre do ano passado.
Segundo conta Kauê Machado, um dos gestores da carreira de Matheus, as dores da pubalgia não incomodam mais. No Hoffenheim, o volante passará por um breve período de adaptação. Em 2013, o clube alemão já havia comprado seu irmão, Guilherme Biteco, do Grêmio. Atualmente, o meia de 21 anos atua por empréstimo no Ceará.
VEJA TAMBÉM
- Enxugando o elenco: Grêmio negocia Cristaldo e avalia novas dispensas
- Isso é caso de polícia: Grêmio se posiciona após fake news envolvendo Marcos Rocha
- Baixas de peso: Grêmio perde dois meias e muda o plano para a semifinal
Promessa da base do Grêmio, o volante Matheus Biteco, 20 anos, se apresentou nesta semana no Hoffenheim, da Alemanha. Mesmo sem se firmar no profissional, o garoto foi vendido à Europa no início do ano passado e rendeu lucro ao clube.
O dinheiro, contudo, nem chegou a entrar nos cofres da Arena. Foi utilizado no pagamento de uma dívida com o Flamengo pela contratação do atacante Rodrigo Mendes, que se arrastava desde 2000 e somava R$ 13 milhões.
Uma curiosidade é o fato de a venda de 70% dos direitos econômicos do jogador ter sido feita ao grupo alemão Rogon, que o colocou no Hoffenheim. O negócio foi um dos últimos do Grêmio com investidores antes da proibição da Fifa, que vigora desde maio de 2015.
Embora o clube alemão tenha liberado Matheus Biteco para permanecer na Arena por empréstimo (foi registrado no Barra FC, clube administrado pela Rogon no Brasil) até o final do ano passado, o garoto não foi utilizado por Felipão e Roger Machado. Muito em parte por ter sofrido uma lesão no púbis e ter de passar por cirurgia, realizada em julho na Suíça.
Por conta disso, o volante também foi cortado da seleção sub-20 que disputou o Mundial da categoria na Nova Zelândia. E realizou sua recuperação no CT Luiz Carvalho no segundo semestre do ano passado.
Segundo conta Kauê Machado, um dos gestores da carreira de Matheus, as dores da pubalgia não incomodam mais. No Hoffenheim, o volante passará por um breve período de adaptação. Em 2013, o clube alemão já havia comprado seu irmão, Guilherme Biteco, do Grêmio. Atualmente, o meia de 21 anos atua por empréstimo no Ceará.
VEJA TAMBÉM
- Enxugando o elenco: Grêmio negocia Cristaldo e avalia novas dispensas
- Isso é caso de polícia: Grêmio se posiciona após fake news envolvendo Marcos Rocha
- Baixas de peso: Grêmio perde dois meias e muda o plano para a semifinal

Comentários
Enviar Comentário
Aplicativo Gremio Avalanche
Leia também
Enxugando o elenco: Grêmio negocia Cristaldo e avalia novas dispensas
Isso é caso de polícia: Grêmio se posiciona após fake news envolvendo Marcos Rocha
Baixas de peso: Grêmio perde dois meias e muda o plano para a semifinal
Luís Castro deixa definição em aberto e Grêmio pode ter mudança para semifinal
Grêmio avalia rescisão com Cuéllar após perda de espaço e desgaste interno