Gestões de Nicolás Leóz (centro) e Juan Ángel Napout (à dir.) serão investigadas
Na tentativa de limpar sua imagem, a Conmebol anunciou nesta quarta-feira ter contratado a Deloitte, uma das mais conceituadas do mundo, para realizar um corte administrativo na entidade. Além disso, a confederação sul-americana abriu licitação para que uma empresa faça a auditoria de suas contas mais recentes.
O "pente fino" corresponderá aos cinco anos anteriores ao início da gestão de Alejandro Domínguez, vistoriando os contratos das gestões Wilmar Valdez (interino, 2015), Juan Ángel Napout (2014-2015), Eugenio Figueredo (2013-2014) e Nicolás Leóz (1986-2013).
Napout, Figueredo e Leóz estão presos em Nova York, Montevidéu e Assunção, respectivamente, sob investigação da Justiça dos Estados Unidos pelo escândalo da Fifa, deflagrado em 2015.
Nicolás Leóz, considerado um dos cabeças do sistema de pagamento de propina da Conmebol ao lado do argentino Julio Grondona e do brasileiro Ricardo Teixeira, terá apenas a parte final de seu mandato investigado, de 2011 a 2013.
Ou seja, dois anos, mais precisamente 7,4% de seus 27 anos como presidente.
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Nicolás Leóz, considerado um dos cabeças do sistema de pagamento de propina da Conmebol ao lado do argentino Julio Grondona e do brasileiro Ricardo Teixeira, terá apenas a parte final de seu mandato investigado, de 2011 a 2013.
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