O torcedor gremista já deve estar fazendo o exercício de escalar o time a partir da chegada do equatoriano. Com o preço que custou, pelo futebol que joga e a excitação que provocou, Bolãnos terá que se desescalar em campo para não ser titular.
Lembro de ter gostado do seu estilo logo que o vi atuando pelo Inter no Beira-Rio. O atacante prefere os lados, não se incomoda de jogar por dentro, mas não é, absolutamente, um armador. Seu ingresso na equipe, se tivesse como consequência a saída de Douglas, significaria a ausência do articulador e a crença na movimentação do quarteto final como forma de criar lances ofensivos. Giuliano, Luan e o próprio Bolãnos circulariam pelo setor central, Everton faria o rabo de vaca à esquerda e à direita.
O time ganharia em velocidade, perderia em criatividade, por mais que os quatro citados tenham excelente qualidade técnica.
Na hipótese de que Everton perca a vaga para Bolãnos e Douglas permaneça titular, não haveria mudança no desenho tático atual. O equatoriano faria o mesmo papel do menino da base, Luan, Giuliano e Douglas não teriam alteradas suas funções. Não vejo hipótese de que Bolãnos tomasse o lugar de Giuliano, muito menos de Luan. Quanto a Henrique Almeida, creio que vai ter que conquistar lugar entre os onze aproveitando sofregamente toda chance que tiver para entrar no decorrer dos jogos. No cenário ideal e diante dos nomes disponíveis, o centroavante teria que esperar.
A melhor notícia para os gremistas é o enriquecimento do arsenal à disposição de Roger Machado para a Libertadores. O técnico não se limita mais à conta do chá. Confio que Roger não é o tipo de treinador que se atrapalha com o excesso. Pelo contrário, saberá potencialiar o que passa a ter em mãos.
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Lembro de ter gostado do seu estilo logo que o vi atuando pelo Inter no Beira-Rio. O atacante prefere os lados, não se incomoda de jogar por dentro, mas não é, absolutamente, um armador. Seu ingresso na equipe, se tivesse como consequência a saída de Douglas, significaria a ausência do articulador e a crença na movimentação do quarteto final como forma de criar lances ofensivos. Giuliano, Luan e o próprio Bolãnos circulariam pelo setor central, Everton faria o rabo de vaca à esquerda e à direita.
O time ganharia em velocidade, perderia em criatividade, por mais que os quatro citados tenham excelente qualidade técnica.
Na hipótese de que Everton perca a vaga para Bolãnos e Douglas permaneça titular, não haveria mudança no desenho tático atual. O equatoriano faria o mesmo papel do menino da base, Luan, Giuliano e Douglas não teriam alteradas suas funções. Não vejo hipótese de que Bolãnos tomasse o lugar de Giuliano, muito menos de Luan. Quanto a Henrique Almeida, creio que vai ter que conquistar lugar entre os onze aproveitando sofregamente toda chance que tiver para entrar no decorrer dos jogos. No cenário ideal e diante dos nomes disponíveis, o centroavante teria que esperar.
A melhor notícia para os gremistas é o enriquecimento do arsenal à disposição de Roger Machado para a Libertadores. O técnico não se limita mais à conta do chá. Confio que Roger não é o tipo de treinador que se atrapalha com o excesso. Pelo contrário, saberá potencialiar o que passa a ter em mãos.
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