Dirigente salientou trabalhou com bola para evitar armadilhas no México | Foto: Juarez Dargot / Grêmio / Divulgação CP
O Grêmio faz um trabalho intenso de adaptação à altitude de 2,6 mil metros acima do nível do mar para enfrentar o Toluca na próxima quarta-feira, no México. Acompanhando de perto a equipe, o diretor executivo Rui Costa salientou o bom desempenho apesar da bola mais rápida e ar menos denso. "Tivemos um primeiro treino tático, mas que envolveu mobilidade dos jogadores para sentir tempo da bola e como o organismo reage. É importante para aprimorar a equipe para esse jogo de quarta-feira", avaliou.
Para evitar armadilhas, arremates a gol e reações dos goleiros também receberam atenção por conta da trajetória diferente da bola na altitude. "Está sendo feito o processo de um jeito bem estudado", frisou Rui Costa
"O adversário será difícil, mas todos os atletas foram estudados e o Roger passou um vídeo analisando características de toda a equipe do Toluca", explicou o dirigente. Ele também alertou para as diferenças de comportamento na arbitragem. "A forma como árbitros interpretam contatos físicos muda e precisamos deixar claro para os jogadores. Fazer falta e marcar em cima é mais tolerado", avaliou.
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O Grêmio faz um trabalho intenso de adaptação à altitude de 2,6 mil metros acima do nível do mar para enfrentar o Toluca na próxima quarta-feira, no México. Acompanhando de perto a equipe, o diretor executivo Rui Costa salientou o bom desempenho apesar da bola mais rápida e ar menos denso. "Tivemos um primeiro treino tático, mas que envolveu mobilidade dos jogadores para sentir tempo da bola e como o organismo reage. É importante para aprimorar a equipe para esse jogo de quarta-feira", avaliou.
Para evitar armadilhas, arremates a gol e reações dos goleiros também receberam atenção por conta da trajetória diferente da bola na altitude. "Está sendo feito o processo de um jeito bem estudado", frisou Rui Costa
"O adversário será difícil, mas todos os atletas foram estudados e o Roger passou um vídeo analisando características de toda a equipe do Toluca", explicou o dirigente. Ele também alertou para as diferenças de comportamento na arbitragem. "A forma como árbitros interpretam contatos físicos muda e precisamos deixar claro para os jogadores. Fazer falta e marcar em cima é mais tolerado", avaliou.
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