Rogério Caboclo (Foto: André Oliveira / Divulgação)
Envolvida em escândalos, a CBF perdeu quatro de seus principais parceiros nos últimos meses: Gillette, Sadia, Unimed Seguros e Michelin. Entretanto, o diretor executivo de gestão da entidade, Rogério Caboclo, nega que a perda de patrocinadores tenha causado estrago no cofre da CBF.
– Não houve impacto financeiro para o exercício de 2015. Houve saída e entrada de patrocinadores. O impacto não aconteceu – assegurou Caboclo à De Prima.
Rogério era diretor financeiro da CBF, mas com a segunda licença tirada por Marco Polo Del Nero, ele ganhou uma função mais pomposa. Só que o dirigente assegura que o poder não cresceu dentro da entidade.
– Minhas atribuições pouco mudaram. O trabalho para o que eu fazia para o que eu faço não mudou nada. Tem muita coisa em andamento, a reforma estatutária é um dos temas. Tem uma consultoria fazendo um trabalho desde abril e tem uma série de pontos que estão sendo discutidos – disse ele, ainda citando a relação com o Coronel Nunes, presidente em exercício:
– O presidente Nunes é um homem experiente, conhece a gestão do futebol. É advogado, teve cargos públicos, foi dirigente de clube, aprendemos muito com ele também.
Caboclo sempre foi homem de confiança de Del Nero. E, apesar do discurso de que não mudou de função, ele, segundo as informações dos bastidores, passou a ser o real gestor da CBF, tendo o secretário-geral Walter Feldman como companheiro, mas este ficando com a articulação política. Rogério Caboclo, inclusive, passou a ser o titular na representação da CBF no Conselho Nacional do Esporte.
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– Minhas atribuições pouco mudaram. O trabalho para o que eu fazia para o que eu faço não mudou nada. Tem muita coisa em andamento, a reforma estatutária é um dos temas. Tem uma consultoria fazendo um trabalho desde abril e tem uma série de pontos que estão sendo discutidos – disse ele, ainda citando a relação com o Coronel Nunes, presidente em exercício:
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