Foto: Divulgação / Toluca
Preciso reconhecer o tamanho da decepção que sofremos durante a madrugada de quinta-feira. Preciso buscar razões para entender o porquê de uma atuação tão abaixo do padrão que estamos acostumados — para utilizar um termo de Roger Machado. Precisamos, todos nós gremistas, procurar os motivos aparentes ou radicais que nos levaram a sofrer duas derrotas consecutivas, por 2 a 0, dentro e fora de casa — São José, na Arena, pelo Gauchão, e Toluca, no México, pela Libertadores.
Neste momento, como faz a grande maioria, criticar é o mais fácil, cômodo e oportuno. Mesmo que tenhamos de reconhecer a má partida feita pelo time na derrota por 2 a 0 no primeiro jogo da Libertadores. Agora, tudo é ruim, a crítica é fácil e ninguém presta.
Pelo meu grande coração gremista, não quero fazer terra arrasada. Repito, mesmo reconhecendo o desastre das duas últimas atuações. O time esteve muito mal, individual e coletivamente, e não houve sequer reação diante da adversidade na partida, nem mesmo com os gols feito pelos adversários.
Seguimos na luta
Vendo a partida da madrugada de ontem, parecia que estávamos treinando tranquilamente. E ainda contra um time com um jogador a menos. Pessoalmente, tive uma grande decepção, pois acreditei na vitória. Mas conheço a história desse clube diante de adversidades institucionais. Por isso, ouso em afirmar que perdemos uma batalha. Mas seguimos na luta para vencermos a guerra.
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Preciso reconhecer o tamanho da decepção que sofremos durante a madrugada de quinta-feira. Preciso buscar razões para entender o porquê de uma atuação tão abaixo do padrão que estamos acostumados — para utilizar um termo de Roger Machado. Precisamos, todos nós gremistas, procurar os motivos aparentes ou radicais que nos levaram a sofrer duas derrotas consecutivas, por 2 a 0, dentro e fora de casa — São José, na Arena, pelo Gauchão, e Toluca, no México, pela Libertadores.
Neste momento, como faz a grande maioria, criticar é o mais fácil, cômodo e oportuno. Mesmo que tenhamos de reconhecer a má partida feita pelo time na derrota por 2 a 0 no primeiro jogo da Libertadores. Agora, tudo é ruim, a crítica é fácil e ninguém presta.
Pelo meu grande coração gremista, não quero fazer terra arrasada. Repito, mesmo reconhecendo o desastre das duas últimas atuações. O time esteve muito mal, individual e coletivamente, e não houve sequer reação diante da adversidade na partida, nem mesmo com os gols feito pelos adversários.
Seguimos na luta
Vendo a partida da madrugada de ontem, parecia que estávamos treinando tranquilamente. E ainda contra um time com um jogador a menos. Pessoalmente, tive uma grande decepção, pois acreditei na vitória. Mas conheço a história desse clube diante de adversidades institucionais. Por isso, ouso em afirmar que perdemos uma batalha. Mas seguimos na luta para vencermos a guerra.
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