Após anunciar que queria organizar o Brasileiro, a diretoria da Primeira Liga estuda a melhor forma de viabilizar essa ideia. E um dos caminhos é garantir a participação na assembleia que realizará a votação da reforma da CBF. Para isso, a Primeira Liga já analisa a possibilidade de processar a confederação.
“Estamos inclusive estudando uma ação contra a CBF para eles incluírem 20 clubes da Série A e 20 clubes da B na reforma. Entendemos que a lei nos dá esse direito e achamos que esta é a forma de os clubes terem a força necessária no sistema'', afirmou o presidente da liga, Gilvan Pinho Tavares.
Desde outubro do ano passado que os clubes da Primeira Liga reivindicam participação na assembleia administrativa da CBF que vota a reforma do estatuto da entidade. Alegam que a Lei Profut, do meio do ano passado, lhes deu esse direito por meio de alteração de artigo da Lei Pelé. “Estão descumprindo a lei'', disse Gilvan.
Não é a primeira vez que a Primeira Liga estuda ação contra a CBF. Quando a entidade proibiu a realização de jogos da competição, a liga analisava a possibilidade de uma ação por perdas de danos por conta de prejuízos comerciais. Como a confederação aceitou a realização do campeonato, a liga recuou.
A CBF mantém posição de que, pela lei e pelo estatuto, não deve haver participação dos clubes neste assembleia.
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Desde outubro do ano passado que os clubes da Primeira Liga reivindicam participação na assembleia administrativa da CBF que vota a reforma do estatuto da entidade. Alegam que a Lei Profut, do meio do ano passado, lhes deu esse direito por meio de alteração de artigo da Lei Pelé. “Estão descumprindo a lei'', disse Gilvan.
Não é a primeira vez que a Primeira Liga estuda ação contra a CBF. Quando a entidade proibiu a realização de jogos da competição, a liga analisava a possibilidade de uma ação por perdas de danos por conta de prejuízos comerciais. Como a confederação aceitou a realização do campeonato, a liga recuou.
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