Sérgio Corrêa, presidente da Comissão Nacional de Arbitragem, espera liberação dos testes (Foto:Reprodução SporTV)
A Fifa aprovou o uso de replays para lances duvidosos em jogos de futebol, na última semana, durante um período de dois anos.
O Brasil aparece como um dos candidatos a experimentar o novo recurso, e até quem não apita mais pode colaborar como árbitro de vídeo. De acordo com o Sérgio Corrêa, presidente da Comissão Nacional de Arbitragem, após a liberação da International Board (IFAB), uma reunião será feira para definir quem irá trabalhar nesta nova profissão. Com o número reduzido de profissionais internacionais, juízes aposentados e fora de forma poderiam ser chamados para a função.
- Nós vamos fazer a escolha dos árbitros dentro do protocolo: árbitros antigos e mais experientes. A nossa dificuldade seria que nós temos 10 árbitros internacionais e não teríamos outros 10 para fazer o árbitro de vídeo - diz Sérgio Corrêa.
Um dos mais empolgados com os testes que serão realizados pela Fifa é Manoel Serapião Filho, instrutor da Escola Nacional de Arbitragem. Para o ex-árbitro, as mudanças têm tudo para dar certo. O recurso do vídeo será permitido para determinar se um gol foi marcado, caso de expulsão, marcação de pênalti e para identificar um determinado jogador, caso haja suspeita de punição equivocada a um atleta. A tecnologia não servirá para lances de impedimento, a menos que seja uma clara situação de gol.
- Eu tenho certeza que para lances claros e inequívocos, o projeto vai dar certo e trará muitos benefícios para o futebol.
O experimento será feito da seguinte forma: haverá um assistente com acesso aos vídeos e, caso o árbitro o chame em lances duvidosos, ele vai parar para assistir aos replays. Ele terá poder também de chamar o juiz, caso o mesmo não tenha observado alguma determinada infração. Os órgãos responsáveis ainda vão escolher uma universidade para conduzir o experimento.
A CBF espera receber o cronograma oficial para os testes ainda nesta semana e já com a liberação para agosto. O objetivo é começar a usar as novidades ainda no Campeonato Brasileiro de 2016.
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O Brasil aparece como um dos candidatos a experimentar o novo recurso, e até quem não apita mais pode colaborar como árbitro de vídeo. De acordo com o Sérgio Corrêa, presidente da Comissão Nacional de Arbitragem, após a liberação da International Board (IFAB), uma reunião será feira para definir quem irá trabalhar nesta nova profissão. Com o número reduzido de profissionais internacionais, juízes aposentados e fora de forma poderiam ser chamados para a função.
- Nós vamos fazer a escolha dos árbitros dentro do protocolo: árbitros antigos e mais experientes. A nossa dificuldade seria que nós temos 10 árbitros internacionais e não teríamos outros 10 para fazer o árbitro de vídeo - diz Sérgio Corrêa.
Um dos mais empolgados com os testes que serão realizados pela Fifa é Manoel Serapião Filho, instrutor da Escola Nacional de Arbitragem. Para o ex-árbitro, as mudanças têm tudo para dar certo. O recurso do vídeo será permitido para determinar se um gol foi marcado, caso de expulsão, marcação de pênalti e para identificar um determinado jogador, caso haja suspeita de punição equivocada a um atleta. A tecnologia não servirá para lances de impedimento, a menos que seja uma clara situação de gol.
- Eu tenho certeza que para lances claros e inequívocos, o projeto vai dar certo e trará muitos benefícios para o futebol.
O experimento será feito da seguinte forma: haverá um assistente com acesso aos vídeos e, caso o árbitro o chame em lances duvidosos, ele vai parar para assistir aos replays. Ele terá poder também de chamar o juiz, caso o mesmo não tenha observado alguma determinada infração. Os órgãos responsáveis ainda vão escolher uma universidade para conduzir o experimento.
A CBF espera receber o cronograma oficial para os testes ainda nesta semana e já com a liberação para agosto. O objetivo é começar a usar as novidades ainda no Campeonato Brasileiro de 2016.
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