Foto: Julio Cordeiro / Agencia RBS
O Grêmio teve bastante tempo para planejar sua participação na Libertadores e, paralelamente, nas duas outras competições simultâneas. Até porque, a Primeira Liga tem muito de paternidade tricolor, pois o presidente Romildo sempre foi um ardoroso defensor dessa competição.
Hoje, depois de três jogos superintensos, com bastante desgaste físico, muitos voltam a falar sobre a possibilidade de preservar jogadores importantes em determinados jogos. Teria sido o caso do Gre-Nal, que a rigor não tinha nenhuma validade diante do contexto que o Grêmio vive atualmente. Serviu tão somente para desgastar atletas importantes e perder Bolaños por longo período.
No entanto, quero crer que essa decisão de colocar os titulares nesses três jogos sequentes e de muita intensidade deve ter sido objeto de diálogo interno, troca de ideias e tendo como base para fundamentar a decisão questões tecnológicas de avaliações acerca de desgaste pessoal e risco de lesões.
Penso que também passou pela decisão o fato de todos nós entendermos que as duas partidas dentro da Arena pela Libertadores eram possíveis de serem vencidas e, se isso acontecesse, ninguém estaria questionando desgaste físico.
Remobilização
Fomos enganados pelo muito bom futebol do San Lorenzo e, nesses casos, se aprende mais uma lição, de que os atletas têm limites físicos e que não há jogo jogado em Libertadores. A decisão é fato consumado e resta, por enquanto, uma nova remobilização depois do merecido descanso dos atletas, preservando os titulares no Gauchão.
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- Grêmio acerta em pedir afastamento de Klein e Jean Pierre Lima das finais do Gauchão
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Hoje, depois de três jogos superintensos, com bastante desgaste físico, muitos voltam a falar sobre a possibilidade de preservar jogadores importantes em determinados jogos. Teria sido o caso do Gre-Nal, que a rigor não tinha nenhuma validade diante do contexto que o Grêmio vive atualmente. Serviu tão somente para desgastar atletas importantes e perder Bolaños por longo período.
No entanto, quero crer que essa decisão de colocar os titulares nesses três jogos sequentes e de muita intensidade deve ter sido objeto de diálogo interno, troca de ideias e tendo como base para fundamentar a decisão questões tecnológicas de avaliações acerca de desgaste pessoal e risco de lesões.
Penso que também passou pela decisão o fato de todos nós entendermos que as duas partidas dentro da Arena pela Libertadores eram possíveis de serem vencidas e, se isso acontecesse, ninguém estaria questionando desgaste físico.
Remobilização
Fomos enganados pelo muito bom futebol do San Lorenzo e, nesses casos, se aprende mais uma lição, de que os atletas têm limites físicos e que não há jogo jogado em Libertadores. A decisão é fato consumado e resta, por enquanto, uma nova remobilização depois do merecido descanso dos atletas, preservando os titulares no Gauchão.
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