Grêmio faz as contas para classificar na Libertadores | Foto: Lucas Uebel / Flickr Grêmio / Divulgação / CP
Se quiser decidir diante do Toluca com uma situação um pouco mais cômoda, o Grêmio terá que buscar ao menos dois pontos fora de casa. Ou empata em Buenos Aires e em Quito ou vence um dos dois jogos. A história recente da Copa Libertadores mostra que é muito difícil se classificar com sete ou oito pontos. Existem exceções, é claro.
O atual campeão River Plate é uma delas, nas últimas cinco edições do torneio. Conseguiu avançar com sete pontos. O Once Caldas de 2011 e o São Paulo de 2013 são os outros exemplos entre 18 casos. Ou seja, um aproveitamento de apenas 16,6%. Conquistar um ponto a mais aumenta, mas não muito, a margem de sucesso. Ainda assim é mais comum ser eliminado do que garantir lugar nas oitavas.
Para ir adiante, o mais seguro é garantir ao menos 50% de aproveitamento nas seis partidas da fase de grupos. O sucesso é de praticamente seis em cada dez. Conquistar dez pontos, então, é quase garantia de um lugar entre os 16 melhores times. Desde 2011, apenas um ficou de fora, a Universidad de Chile em 2014. Passaram na chave Defensor, com 11, e Cruzeiro, também com 10. Por isso, o Grêmio parte para dois compromissos fora — separados por um mês — com objetivo de conquistar pontos, no plural.
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