A liminar concedida pela Justiça para suspender a apreciação de contas da CBF, e que foi cassada 48 horas depois, deixou em estado de alerta a maioria dos presidentes de federações estaduais, na semana passada. Eles tinham pressa em aprovar logo o balanço financeiro da CBF, mesmo sem analisar a documentação.
Temiam que a repercussão sobre a primeira decisão da Justiça pudesse motivar grupos de oposição em seus Estados a fazer o mesmo nas federações.
Ou seja, não queriam correr o risco de alguém questionar as contas das entidades que comandam. Isso ficou evidente nas conversas entre a maior parte desses dirigentes, então hospedados no Hotel Windsor Marapendi, na Barra da Tijuca.
Alguns argumentavam claramente que não tinham como rejeitar as contas da CBF se não podiam dar transparência à movimentação financeira de suas entidades.
O presidente da federação catarinense, Delfim Peixoto, foi o autor da ação, depois que procuradores seus estiveram na CBF e não conseguiram acesso a comprovantes de receitas e despesas da confederação, relativos a 2015. Ele então obteve liminar suspendendo a apreciação das contas. Em resposta, a CBF declarou que a assembleia geral ficaria em estado permanente. Ganhava assim tempo para mudar a decisão judicial. Só dois dias depois, o item foi votado por apenas 12 ou 13 representantes das federações. Eles, em menos de 10 minutos, aprovaram o balanço financeiro da CBF.
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Alguns argumentavam claramente que não tinham como rejeitar as contas da CBF se não podiam dar transparência à movimentação financeira de suas entidades.
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