A Fifa anunciou um aumento em US$ 517 milhões (R$ 1,97 bilhão) o repasse às suas filiadas, confederações e associações nacionais, mas a CBF não poderá receber o dinheiro por enquanto. Há um discussão entre as partes sobre contas que levou à trava aos pagamentos feitos à entidade brasileira.
O crescimento dos programas de ajuda às filiadas foi uma promessa de campanha do novo presidente da Fifa, Gianni Infantino. Ele expandiu esse auxílio em mais de 50%, o que o elevou para US$ 1,417 bilhões para os próximos quatro anos. A maior parte vai para as associações nacionais, priorizando as mais pobres.
O problema é que a federação internacional interrompeu os pagamentos do fundo do legado da Copa-2014 e os repasses do programa FAP para a CBF. “Não há nenhuma repasse para a CBF no momento. Estamos fazendo um encontro de contas. Estamos mostrando uma auditoria para eles'', admitiu o secretário-geral da CBF, Walter Feldman.
A decisão de interromper os pagamentos ocorreu após os escândalos de corrupção que atingiram a CBF com três presidentes acusados de corrupção em investigação do FBI. A Fifa também interrompeu pagamentos para a Conmebol e para a Concacaf, outras que tiveram cartolas envolvidos no caso.
Feldman reconheceu que o dinheiro que a Fifa poderia estar dando para a CBF é significativo, embora a entidade seja rica. “Estamos na condição de credores. Esse dinheiro não é da CBF, é do Brasil.''
Além da questão financeira, outro motivo de discórdia entre as partes é o processo movido pela Fifa contra o presidente licenciado da CBF Marco Polo Del Nero. A entidade internacional cobra US$ 1,6 milhão como restituição de salários pelas acusações de que levou propina na investigação do FBI.
Em seu balanço financeiro, a federação internacional reconheceu déficit de mais de US$ 100 milhões em 2015. Mas fez plano para equilibrar equilibrar as contas com um ajuste com corte de gastos e aumento de receitas para obter lucro em torno de US$ 100 milhões nos próximos quatro anos.
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O crescimento dos programas de ajuda às filiadas foi uma promessa de campanha do novo presidente da Fifa, Gianni Infantino. Ele expandiu esse auxílio em mais de 50%, o que o elevou para US$ 1,417 bilhões para os próximos quatro anos. A maior parte vai para as associações nacionais, priorizando as mais pobres.
O problema é que a federação internacional interrompeu os pagamentos do fundo do legado da Copa-2014 e os repasses do programa FAP para a CBF. “Não há nenhuma repasse para a CBF no momento. Estamos fazendo um encontro de contas. Estamos mostrando uma auditoria para eles'', admitiu o secretário-geral da CBF, Walter Feldman.
A decisão de interromper os pagamentos ocorreu após os escândalos de corrupção que atingiram a CBF com três presidentes acusados de corrupção em investigação do FBI. A Fifa também interrompeu pagamentos para a Conmebol e para a Concacaf, outras que tiveram cartolas envolvidos no caso.
Feldman reconheceu que o dinheiro que a Fifa poderia estar dando para a CBF é significativo, embora a entidade seja rica. “Estamos na condição de credores. Esse dinheiro não é da CBF, é do Brasil.''
Além da questão financeira, outro motivo de discórdia entre as partes é o processo movido pela Fifa contra o presidente licenciado da CBF Marco Polo Del Nero. A entidade internacional cobra US$ 1,6 milhão como restituição de salários pelas acusações de que levou propina na investigação do FBI.
Em seu balanço financeiro, a federação internacional reconheceu déficit de mais de US$ 100 milhões em 2015. Mas fez plano para equilibrar equilibrar as contas com um ajuste com corte de gastos e aumento de receitas para obter lucro em torno de US$ 100 milhões nos próximos quatro anos.
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